Premiê do Reino Unido promete R$ 50 milhões para Amazônia

Premiê do Reino Unido promete R$ 50 milhões para Amazônia

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, prometeu, neste domingo (25), cerca de R$ 50 milhões em fundos para a Amazônia.

O dinheiro será colocado imediatamente à disposição para ajudar e restaurar o habitat. A medida é uma resposta aos incêndios que afetam a maior floresta tropical do planeta.

Em um comunicado divulgado na reunião do G7, em Biarritz, o premiê Johnson afirmou:

“Em uma semana na qual todos assistimos, horrorizados, como a floresta amazônica queima diante de nossos olhos, não podemos escapar da realidade do dano que estamos infligindo à natureza.”

Um dia antes, o líder do Reino Unido havia criticado o comportamento do presidente da França, Emmanuel Macron, que ameaçou o governo do presidente Jair Bolsonaro com o fim do acordo entre Mercosul União Europeia.

“Há todo tipo de pessoa que usará qualquer desculpa para interferir no comércio e frustrar os acordos comerciais, e eu não quero ver isso”, afirmou Johnson.

Trump promete acordo comercial após Reino Unido sair da UE

Trump promete acordo comercial após Reino Unido sair da UE

Em seu primeiro encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, desde que assumiu, em 24 de julho, o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, o conservador Boris Johnson demonstrou entusiasmo com a saída do país da União Europeia.

“Está claro que existem oportunidades enormes para o Reino Unido penetrar no mercado americano de uma forma que atualmente não podemos”, disse Johnson sobre o cenários pós-Brexit.

Durante a conversa com Trump, ambos abordaram a questão mais urgente para o britânico: a negociação de um acordo comercial com os Estados Unidos quando a Grã-Bretanha sair da UE e for excluída do mercado comum.

Para Londres, isso é uma prioridade. A possibilidade de abrir um novo mercado gigantesco no momento em que outro, o da UE, se fecha.

Trump, que estaria em posição de força na negociação, afirma querer um acordo rápido, segundo o jornal EL PAÍS.

No café da manhã que Trump teve com Johnson, durante a cúpula do G7, em Biarritz, na França, os jornalistas perguntaram quando sairá o acordo, e o presidente dos EUA respondeu: “Muito rápido. Não prevemos nenhum problema”. O pacto será “muito grande”, destacou.

Trump aceita convite da rainha Elizabeth II para visitar Reino Unido

Trump aceita convite da rainha Elizabeth II para visitar Reino Unido

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aceitou um convite da rainha Elizabeth II para fazer uma visita de Estado ao Reino Unido em junho.

O chefe da Casa Branca e sua mulher Melania Trump farão a viagem entre 3 e 5 de junho, de acordo com o palácio. Mais detalhes serão anunciados no futuro.

O líder dos Estados Unidos terá um encontro com a primeira Ministra Theresa May na sede do governo britânico.

Segundo o G1, em um comunicado, May declarou:

“O Reino Unido e os Estados Unidos têm uma parceria profunda e duradoura que tem suas raízes na nossa história em comum e os nossos interesses compartilhados. A visita oficial é uma oportunidade para fortalecermos nossa relação já próxima em áreas como comércio, investimento, segurança e defesa, além de discutirmos como podemos engrandecer esses laços no futuro.”


Reino Unido irá adiar Brexit se parlamentares rejeitarem acordo de May, diz Hammond

Reino Unido irá adiar Brexit se parlamentares rejeitarem acordo de May, diz Hammond

O Reino Unido provavelmente terá de adiar a saída da União Europeia se os parlamentares rejeitarem o acordo de separação proposto pelo governo em uma votação na próxima semana, disse o ministro das Finanças, Philip Hammond, nesta quinta-feira.

A menos que a primeira-ministra, Theresa May, tenha seu tratado de separação aprovado pelo Parlamento britânico, os parlamentares terão de decidir entre adiar o Brexit ou conduzir a quinta maior economia do mundo ao caos por uma separação sem um acordo.

“O governo está sendo muito claro sobre a vontade do Parlamento. O Parlamento votará a favor de não deixar a União Europeia sem um acordo”, disse Hammond à rádio BBC. “Eu tenho um alto grau de confiança sobre isso.”

O Reino Unido deve deixar a UE em 22 dias, mas, se os parlamentares rejeitarem o acordo, isso gerará dúvida sobre como, quando ou até mesmo se a maior mudança da política externa e comercial do Reino Unido em quase meio século ocorrerá.

Hammond advertiu os colegas eurocéticos de que, se eles não concordarem com o acordo do governo, vão enfrentar o risco de um relacionamento econômico mais próximo com a UE.

“Estaremos, então, em território desconhecido, onde um consenso terá de ser alcançado em toda a Câmara dos Comuns e isso significará inevitavelmente compromissos sendo feitos”, disse. “O caminho para meus colegas evitarem isso é votar no acordo.”

Em 15 de janeiro, os parlamentares votaram por 432 a 202 contra um acordo, na pior derrota do governo na história moderna parlamentar britânica, em grande parte devido ao apoio da Irlanda, que visa evitar o retorno da fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda.

Conversas com o Reino Unido sobre a emenda do acordo de separação com a União Europeia não avançaram e nenhuma solução rápida está à vista, disseram autoridades da UE na quarta-feira.

Quando questionado diretamente se deixaria o governo caso May decidisse sair sem um acordo, Hammond afirmou: “Eu sempre disse que acredito que seria um resultado muito ruim para o Reino Unido deixar a União Europeia sem um acordo”.

Reuters