‘Bolsonaro é uma pessoa muito íntegra’, diz Moro

‘Bolsonaro é uma pessoa muito íntegra’, diz Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou, nesta terça-feira (3), que vê muitas diferenças entre a gestão atual e o período dos governos do Partido dos Trabalhadores (PT).

Durante participação em seminário da Controladoria-Geral da União (CGU) sobre combate à corrupção, Moro alertou que sempre é possível haver casos de ilegalidades em qualquer governo:

“Claro que a gente sabe que numa máquina gigantesca da administração federal podem surgir casos de desvios de conduta e de corrupção, mas vamos fazer um paralelo com o que a gente tinha no passado. Esquemas sistemáticos de suborno e de corrupção incrustados na administração pública.”

O ministro acrescentou:

“Não dá para ter um código de ética da administração pública e, ao mesmo tempo, ter esse comportamento. Então, algo mudou nesse governo federal. Acho que as lideranças estão dando esse exemplo.”

Moro também aproveitou o espaço para elogiar a conduta do presidente da República, Jair Bolsonaro:

“O presidente Bolsonaro é uma pessoa muito íntegra. Todo mundo que o conhece atesta isso.”

Bolsonaro endurece legislação contra torcidas violentas

Bolsonaro endurece legislação contra torcidas violentas

organizadas que cometerem crimes dentro e fora dos estádios ampliada para cinco anos. Na lei anterior o prazo era de três anos.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou, sem vetos, a lei que modifica o Estatuto de Defesa do Torcedor.

A nova lei, que foi publicada nesta terça-feira (26) no “Diário Oficial da União” (DOU), altera artigos que tratam de punições às torcidas organizadas.

Com as mudanças, a legislação agora prevê que a torcida ficará cinco anos proibida de comparecer a eventos esportivos se promover tumulto, praticar ou incitar a violência ou invadir local restrito aos competidores, árbitros, fiscais, dirigentes, organizadores ou jornalistas.

Também será punida, pelos mesmos cinco anos, a torcida envolvida em ilícitos fora dos estádios e em data que não houver competição, informa o portal G1.

Nestes casos fora do campo, a lei prevê punição para a torcida que:

  • invadir local de treinamento;
  • brigar com torcedores ou induzir o confronto entre eles;
  • praticar crimes contra atletas, árbitros, fiscais, organizadores de eventos esportivos e jornalistas.

Esquerda não quer resolver o caso Marielle, diz Bolsonaro

Esquerda não quer resolver o caso Marielle, diz Bolsonaro

A investigação sobre o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) voltou a ganhar as manchetes dos jornais brasileiros após o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, admitir que forneceu informações erradas em depoimento à Polícia Civil, nos dias 7 e 9 de outubro.

Durante depoimento à PF, nesta quarta-feira (20), o porteiro admitiu que errou ao dizer que havia falado com o “Seu Jair” no dia do assassinato e que se equivocou ao anotar o número 58, referente ao domicílio do presidente da República, Jair Bolsonaro, no registro do condomínio.

Ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta quinta-feira (21) questionado por um jornalista sobre o recuo do porteiro, Bolsonaro respondeu em tom irônico:

“Agora é o Carlos Bolsonaro que é o responsável. O que os caras querem? Ligar minha família ao caso Marielle?”

De acordo com o colunista Kennedy Alencar, da Rádio CBN, propriedade do Grupo Globo, nos bastidores das linhas de investigação sobre o caso Marielle, comenta-se o envolvimento do vereador Carlos Bolsonaro no caso.

Apesar de o jornalista não ter apresentado evidências, o rumor levantado por ele começou a circular intensamente nas redes sociais, alcançando até os trending topics do Twitter.

Ainda durante a conversa com jornalistas, na manhã de hoje, o chefe do Executivo acrescentou:

“Qual a intenção? Eu, por exemplo, alguém me viu alguma vez conversando com a Marielle?”

Bolsonaro ainda retrucou:

“Parece que para a esquerda não interessa resolver o caso Marielle, interessa continuar usando a morte dela em causa própria.”

‘Ninguém quer adulterar nada’, diz Bolsonaro sobre caso Marielle

‘Ninguém quer adulterar nada’, diz Bolsonaro sobre caso Marielle

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, neste domingo (3), que “não quer adulterar nada” do que foi registrado na portaria do condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, onde possui uma residência.

Bolsonaro acrescentou que é “má-fé ou falta de caráter” acusá-lo de manipular as investigações sobre o caso da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes.

Em uma rápida entrevista na saída de uma partida de futebol no Estádio Bezerrão, em Brasília, Bolsonaro declarou:

“O que eu fiz foi filmar a secretária eletrônica com a respectiva voz de quem atendeu o telefone. Só isso, mais nada. Não peguei, não fiz backup, não fiz nada. E a memória da secretária eletrônica está com a Polícia Civil há muito tempo.”

E, segundo o site UOL, acrescentou:

“Ninguém quer adulterar nada, não. O caso Marielle, eu quero resolver também. Mas querer botar no meu colo é, no mínimo, má-fé e falta de caráter.”

Presidente do PSL diz que Bolsonaro ‘já está afastado’ do partido

Presidente do PSL diz que Bolsonaro ‘já está afastado’ do partido

O presidente do Partido Social Liberal (PSL), deputado federal Luciano Bivar (PE), afirmou, nesta quarta-feira (9), que o presidente da República, Jair Bolsonaro, “já está afastado” da sigla.

Em conversa com a jornalista Andréia Sadi, do site G1, Bivar avaliou que a fala de Bolsonaro sobre o partido foi “terminal”:

“A fala dele foi terminal, ele já está afastado. Não disse para esquecer o partido? Está esquecido.”

O deputado concluiu:

“O que pretendemos é viabilizar o país. Não vai alterar nada se Bolsonaro sair, seguiremos apoiando medidas fundamentais. A declaração de ontem foi terminal, ele disse que está afastado. Não estamos em grêmio estudantil. Ele pode levar tudo do partido, só não pode levar a dignidade, o sentimento liberal que temos e o compromisso com o combate à corrupção.”

Nesta terça (8), na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro orientou um apoiador que se apresentou como pré-candidato pelo PSL em Recife, capital do Pernambuco, a esquecer o partido porque Bivar “está queimado pra caramba“.

Bolsonaro desmente rumores sobre reforma ministerial

Bolsonaro desmente rumores sobre reforma ministerial

O presidente da República, Jair Bolsonaro, refutou uma matéria publicada pelo jornal Correio Braziliense, neste sábado (5), sobre uma suposta reforma ministerial que estaria sendo arquitetada para implementação após a aprovação da reforma da Previdência.

“Pelo menos cinco ministros poderão ser substituídos na minirreforma ministerial que o presidente Jair Bolsonaro tem discutido com lideranças partidárias para estabelecer uma coalizão formal no Congresso”, disse o jornal.

Ainda segundo “fontes consultadas pelo Correio”, os ministros da Cidadania, Osmar Terra, da Educação, Abraham Weintraub, da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, teriam grandes chances de deixar o governo.

Em postagem no Twitter, na manhã deste domingo (6), Bolsonaro classificou a reportagem como “mais uma mentira da mídia”.

“Tentam a todo custo nos dividir. O Brasil já está dando certo apesar da imprensa”, completou o presidente.

Bolsonaro diz que não haverá aumento ou novos impostos

Bolsonaro diz que não haverá aumento ou novos impostos

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afastou a possibilidade de criar novos impostos ou aumentar valores de tributos já existentes.

“Da minha parte, está descartada qualquer possibilidade de novo imposto ou majorar qualquer imposto, isso não existe”, disse Bolsonaro, no sábado (1º), em Brasília.

O chefe do Executivo declarou ter a intenção de que cada vez menos o Estado interfira na vida das pessoas.

Sobre o projeto de reforma tributária que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou, ele disse estar aguardando a equipe econômica avaliar para emitir uma opinião.

Segundo o portal R7, Bolsonaro declarou:

“Eu quero mais que o Parlamento tenha protagonismo em tudo que faz. Não faço questão de ser o pai da criança de nada. Se o Parlamento fizer uma boa reforma tributária, a gente apoia lá, bate palmas, desde que melhore a vida de todo mundo, diminua a carga tributária, simplifique a vida do empreendedor, tudo isso é bem-vindo.”


Eduardo Braga pede para Bolsonaro parar com “show de pirotecnia”

Eduardo Braga pede para Bolsonaro parar com “show de pirotecnia”

O senador Eduardo Braga (MDB) fez um apelo do plenário do Senado, como líder do MDB e da Minoria da Casa, na noite desta quarta-feira, dia 27, ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), para que pare com o que chamou de “show de pirotecnia”.

“Nós não podemos ficar assistindo ao show de pirotecnia que nós estamos vendo no Brasil, com mais de doze milhões de brasileiros desempregados, senhor presidente. Não é este o papel que o povo espera de todos nós, que fomos eleitos legitimamente pelo voto direto da população”, discursou o parlamentar.

Eduardo Braga disse que “conversar não tira pedaço” e que falou isso em conversa com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

“Ainda há pouco conversei – pela primeira vez na condição de senador, de líder do MDB e de líder da Maioria – com o ministro-chefe da Casa Civil e o fiz na Liderança do Governo para dizer ao ministro-chefe da Casa Civil que conversar não tira pedaço, conversar e dialogar sobre projetos, planos e modelos para o Brasil não contamina ninguém, ao contrário, encontra soluções”.

Apesar de defender o diálogo, Braga defendeu que o Senado vote na semana que vem o orçamento impositivo, matéria aprovada ontem pela Câmara dos Deputados como recado a Bolsonaro e que engessa o governo.

“Nós precisamos, sim, votar, na semana que vem, o orçamento impositivo. Por que não? É o papel legítimo do Congresso Nacional, que passa a ter um protagonismo para poder dar respostas ao povo”.

BNC

‘No fundo, não gostaria de fazer a reforma’, diz Bolsonaro

‘No fundo, não gostaria de fazer a reforma’, diz Bolsonaro

O presidente afirmou que propôs mudanças no sistema previdenciário para que o País não ‘quebre’

Presidente Jair Bolsonaro REUTERS/Ueslei Marcelino

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em transmissão ao vivo nas redes sociais feita a partir de Santiago, no Chile, que não gostaria de ter apresentado uma proposta de reforma da Previdência. Ele declarou, porém, que propôs mudanças porque, se não tivesse feito, o Brasil iria “quebrar” sob o ponto de vista das contas públicas.

“No fundo, não gostaria de fazer a reforma da Previdência. Mas eu estaria sendo irresponsável com o Brasil nos próximos anos”, disse o presidente.

Ao defender a reforma da Previdência, Bolsonaro voltou a dizer que a reforma “vai cobrar menos de quem ganha menos e mais de quem ganha mais” e que o Brasil “está quebrado”.

O presidente comentou ainda que as mudanças propostas ontem no projeto de lei sobre os militares “leva em conta perdas lá atrás”. “Ninguém está brigando por direitos”, declarou Bolsonaro.

Ao comentar o papel das forças armadas, Bolsonaro disse que elas são “algo muito especial” e que têm valor “muito grande à democracia”. Mais uma vez, o presidente usou o exemplo da Venezuela para dizer que o regime de Nicolás Maduro se sustenta por causa do apoio militar.

No fim da transmissão, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, fez um “apelo patriótico aos parlamentares e àquela parte da imprensa que criticou o toma-lá-dá-cá” que defendam a necessidade da reforma da Previdência.

Nesta sexta-feira, 22, Bolsonaro se junta a outros seis presidentes sul-americanos para uma cúpula de integração da região. A proposta é oficializar a criação de um bloco em substituição à Unasul (União de Nações Sul-Americanas). A expectativa do presidente brasileiro é, durante o encontro, “selar o fim da Unasul”, conforme declarou ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Santiago.

Bolsonaro participa no Chile de Cúpula Presidencial Sul-Americana

Bolsonaro participa no Chile de Cúpula Presidencial Sul-Americana

Destaque do encontro será o lançamento do Prosul

Presidente da República Jair Bolsonaro – foto: Alan Santos/PR

Após uma visita oficial de três dias aos Estados Unidos, a primeira de seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro embarca hoje (21) para o Chile, onde participa, no dia seguinte, da Cúpula Presidencial de Integração Sul-Americana. Além do líder brasileiro, participam do encontro os presidentes da Argentina, do Peru, da Colômbia, do Paraguai, Equador e Chile, segundo informou o Palácio do Planalto.

O destaque do encontro será o lançamento do Prosul, nova comunidade de países latino-americanos que deverá substituir a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). O Prosul será formado por 12 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Costa Rica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana. 

Em entrevista, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que os países que atualmente integram a Unasul, incluindo o Brasil, deverão deixar o bloco de forma conjunta nas próximas semanas.

De acordo com o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, a nova comunidade de países é um marco para a cooperação e integração regional e terá como princípios a defesa da democracia e dos direitos humanos. “O propósito é criar um um novo marco, o Prosul, para melhor coordenação, cooperação e integração regional, livre de ideologias, aberto a todos e cem por cento comprometido com a democracia e os direitos humanos, conforme indicou o presidente chileno Sebastian Piñera”, afirmou.  

Cronograma

A chegada do presidente Jair Bolsonaro a Santiago está prevista para as 16h desta quinta-feira. Às 19h, ele fará a usual transmissão ao vivo em sua página no Facebook, que dura, em média, 15 minutos. O dia marca também o aniversário do presidente, que completará 64 anos. Ele participará, à noite, de uma jantar oferecido pela embaixada brasileira. Integram a comitiva os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), além dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Hélio Lopes (PSL-RJ). A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, não viajará ao Chile, segundo informou o porta-voz.   

Amanhã (22), o presidente participa da cúpula presidencial, no Palácio La Moneda, sede do governo chileno. O encontro, que começa de manhã, prevê uma declaração conjunta à imprensa no início da tarde, seguida de almoço oferecido aos chefes de Estado pelo presidente anfitrião. No mesmo dia, Bolsonaro deverá conceder entrevista exclusiva a um veículo de imprensa do Chile. 

No dia seguinte, Bolsonaro participa de um café da manhã com cerca de 20 empresários, a convite da Sociedade de Fomento Fabril do Chile (Sofofa), uma das principais associações empresariais do país. Na sequência, ele se reúne, em encontro bilateral, com o líder chileno Sebástian Piñera, no Palácio La Moneda. Antes do encontro, deposita flores no monumento em homenagem ao libertador chileno, o general Bernardo O’Higgins. Após almoço da comitiva brasileira com o presidente Piñera, Bolsonaro e comitiva embarcam de volta ao Brasil.

Agência Brasil