Pilotos da Marinha dos EUA confirmam avistamento de OVNIs

Pilotos da Marinha dos EUA confirmam avistamento de OVNIs

Pilotos experientes da Marinha dos Estados Unidos declararam que avistaram OVNIs durante missões de treinamento na costa leste do país.

Segundo os depoimentos dos militares, os objetos voadores não identificados pareciam alcançar velocidades hipersônicas em altitudes de quase 10 mil metros sem nenhum meio visível de propulsão.

Em seguida, segundo matéria do Canal Tech, os objetos faziam paradas repentinas e curvas instantâneas – algo além dos limites físicos de uma tripulação humana.

“Temos helicópteros que podem pairar. Temos aeronaves que podem voar a 30.000 pés e logo à superfície. Mas combine tudo isso em um veículo de algum tipo sem motor a jato, sem pluma de escape” disse o tenente Ryan Graves.

O tenente norte-americano é piloto de um F/A-18 Super Hornet e está na marinha há dez anos. Ele relatou seus avistamentos ao Pentágono e no Congresso.

Graves ainda conta que outro OVNI tinha o formato de um pião e se movia contra o vento: “Essas coisas estariam lá fora o dia todo. Manter uma aeronave no ar requer uma quantidade significativa de energia. Com as velocidades que observamos, 12 horas no ar são 11 horas mais longo do que esperávamos.”



No Texas, Bolsonaro se encontra com Bush e recebe homenagem

No Texas, Bolsonaro se encontra com Bush e recebe homenagem

O presidente Jair Bolsonaro desembarca hoje (15) em Dallas, no Texas, para uma visita oficial de dois dias. É a segunda vez que Bolsonaro viaja aos Estados Unidos (EUA) em cinco meses de governo. No dia 19 de março, ele se reuniu com o presidente Donald Trump na Casa Branca, em Washington.

Dessa vez, Bolsonaro está sendo acompanhado por uma comitiva de cinco ministros: Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional). Além deles, os governadores do Acre, Gladson Cameli (PP), e de São Paulo, João Doria (PSDB), também acompanham o presidente da República. Ainda compõem a comitiva brasileira os deputados Hélio Lopes (PSL-RJ), Marco Feliciano (Pode-SP), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e o secretário-executivo da Casa Civil, José Vicente Santini. 

Um dos principais momentos da viagem ocorrerá na tarde desta quarta-feira (15), quando Bolsonaro terá uma reunião privada com o ex-presidente norte-americano George W. Bush, que governou os Estados Unidos entre 2001 e 2009. De acordo com o Palácio do Planalto, será uma visita de cortesia.

Além de Bush, o presidente brasileiro pode se encontrar com o governador do Texas, Greg Abbot, o prefeito de Dallas, Mike Rawlings, e o senador texano Ted Cruz. As reuniões, no entanto, não haviam sido confirmadas pelo governo brasileiro até a noite de terça-feira (14).

Na quinta-feira (16), Bolsonaro será homenageado como personalidade do ano pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em almoço organizado pelo World Affairs Council de Dallas/Fort Worth, que contará com a presença de 120 empresários norte-americanos. Anteriormente, essa homenagem seria entregue em evento na cidade de Nova York, mas o governo brasileiro cancelou a agenda na cidade após críticas do prefeito nova iorquino, Bill de Blasio, a visita de Bolsonaro.

No mesmo dia, Bolsonaro concederá uma entrevista ao World Affairs Council de Dallas/Fort Worth e termina o dia fazendo uma transmissão ao vivo em sua página no Facebook. O embarque de volta será na noite de quinta. A previsão é que a comitiva presidencial desembarque de volta em solo brasileiro na manhã de sexta-feira (17).

Agência Brasil

China reage a Trump e aumenta tarifas sobre produtos dos EUA

China reage a Trump e aumenta tarifas sobre produtos dos EUA

Em resposta à mais recente taxação sobre produtos chineses anunciada pelos Estados Unidos (EUA), a  China afirmou ontem (13) que vai aumentar de 5% para 25% as tarifas sobre mais de 5 mil produtos americanos com valor equivalente a 60 bilhões de dólares e que vão de baterias a espinafre e café.

A medida, que deve entrar em vigor em 1º de junho, agrava a guerra comercial entre os dois países. Uma tarifa adicional de 25% será imposta sobre mais de 2.400 produtos, incluindo gás natural liquefeito, e outra de 20% sobre cerca de mil produtos, afirmou o Ministério das Finanças chinês.

“O ajuste feito pela China em tarifas adicionais é um a resposta ao unilateralismo e protecionismo dos EUA. A China espera que os EUA voltem para o caminho correto do comércio bilateral”, disse o ministério.

O porta-voz do Ministério do Exterior chinês, Geng Shuang, afirmou que “a China jamais se renderá a pressão externa”.

Na última sexta-feira, o presidente americano, Donald Trump, elevou para 25% as taxas alfandegárias sobre o equivalente a 200 bilhões de dólares de bens importados da China, atingindo mais de 5 mil itens. Trump argumentou que Pequim recuou em relação a compromissos alcançados em meses de negociações.

O presidente americano alertou via Twitter seu homólogo chinês, Xi Jinping, de que a China “será fortemente ferida” se não aceitar um novo acordo comercial. Pequim tinha “um grande acordo, quase completo e recuou”, escreveu.  “A China não deveria retaliar ou só ficará pior.”

O presidente insistiu que as tarifas impostas pelos EUA a milhares de produtos chineses não prejudicam os consumidores americanos. O assessor econômico da Casa Branca Larry Kudlow contradisse o presidente ao afirmar que tanto consumidores quanto empresas dos EUA arcam com as tarifas. “Ambos os lados vão pagar”, disse à emissora Fox News.

Na última sexta-feira, o governo chinês já havia prometido adotar “contramedidas necessárias” em resposta à escalada do conflito comercial provocada por Trump. O cenário de incerteza provocou queda em ações mundo afora nesta segunda.

As novas tarifas devem prejudicar exportadores de ambos os países, assim como empresas europeias e asiáticas que comercializam produtos entre os EUA e a China ou fornecem componente e matérias-primas para que os bens sejam fabricados.

Agência Brasil

Vídeo: ginasta americana sofre grave lesão e quebra as pernas em torneio

Vídeo: ginasta americana sofre grave lesão e quebra as pernas em torneio

Samantha Cerio, ginasta da Universidade de Auburn, nos Estados Unidos, sofreu uma grave lesão nas duas pernas durante uma competição na última sexta-feira (5). Ela participava da Baton Rouge Regional quando caiu errado.

“Eu acho que ela está com dores”, disse um dos comentaristas presentes na competição. “Parece que o tornozelo dela desceu de forma estranha e obviamente ela esta com dores”, completou no momento do acidente.

De acordo com as primeiras informações, Cerio deslocou os dois joelhos e quebrou as duas pernas. Ela foi levada de ambulância para fora da arena e com botas ortopédicas. A atleta ainda foi aplaudida pelo público que acompanhava o torneio.

Horas depois, Samantha Cerio usou as redes sociais para avisar que essa foi sua última competição como ginasta. “Depois de 18 anos, estou pegando minhas coisas. Eu não poderia estar mais orgulhosa da pessoa que a ginástica me transformou. Me ensinou trabalho duro, humildade, integridade e dedicação, para falar só de algumas coisas”, ela escreveu no Instagram.

Confira abaixo a lesão de Samantha Cerio (ATENÇÃO: imagens fortes):

EUA preparam revitalização da Venezuela após queda de Maduro

EUA preparam revitalização da Venezuela após queda de Maduro

EUA têm planos para revitalizar a economia da Venezuela após o ditador Nicolás Maduro deixar o poder.

A informação foi confirmada nesta quarta-feira (3) pelo assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow. O plano deve incluir ajuda financeira e alimentar.

Além disso, de acordo com Kudlow, o governo Donald Trump estuda alguma maneira de fazer dólares entrarem na Venezuela, com a ajuda de bancos privados da América Latina.

Com a hiperinflação e a falta de papel para imprimir papel-moeda, os venezuelanos cada vez mais têm adotado a moeda dos Estados Unidos de maneira informal.

O regime chavista, no entanto, restringe o acesso ao dólar, que é comprado, na maioria das vezes, no mercado negro.

Irã acusa EUA de ‘terrorismo econômico’

Irã acusa EUA de ‘terrorismo econômico’

Em meio a enchentes que devastam partes do país, o chanceler iraniano acusa EUA de “terrorismo econômico”.

Enquanto as autoridades ordenaram evacuação de várias cidades afetadas por enchentes, o regime islâmico do Irã segue acusando os Estados Unidos de buscarem a intervenção militar na região.

O ministro iraniano das Relações Exteriores, Mohamad Javad Zarif, acusou nesta segunda-feira (1º) os EUA de obstruírem a chegada de ajuda e de “terrorismo econômico” contra seu país.

As sanções americanas “obstruem os esforços no que se refere à ajuda do Crescente Vermelho iraniano a todas as comunidades devastadas pelas intempéries sem precedentes”, disse o ministro em seu perfil no Twitter.

Segundo os serviços de emergência, 23 das 31 províncias iranianas estão afetadas pelas enchentes. Desde o início de março passado, as chuvas deixaram 45 mortos em todo o país, informa a AFP.

Rapper Nipsey Hussle é morto a tiros em Los Angeles

Rapper Nipsey Hussle é morto a tiros em Los Angeles

Músico indicado ao Grammy deste ano morreu aos 33 anos, segundo as autoridades locais. Outras duas pessoas também ficaram feridas e estão internadas.

O rapper Nipsey Hussle, indicado ao Grammy neste ano por sua estreia em grandes gravadoras, foi morto a tiros na noite de domingo (31), aos 33 anos, em Los Angeles, nos EUA, segundo autoridades locais.

A polícia informou que Hussle e outras duas pessoas foram baleados do lado de fora da loja Marathon Clothing, de propriedade do rapper. Segundo as autoridades, as outras duas pessoas feridas estão em condição estável.

Uma grande multidão de fãs e moradores se reuniu nas proximidades da loja logo depois de ouvirem os tiros. Segundo o site TMZ, testemunhas disseram ter ouvido muitos disparos.

Poucas horas antes de sua morte, Nipsey havia postado em seu Twitter que “ter inimigos fortes é uma benção”.

A área foi isolada e detetives procuram por algum vídeo de vigilância que possa ter flagrado o assassinato. Testemunhas também serão ouvidas, de acordo com o tenente da polícia Chris Ramirez.

Parcerias com grandes nomes da música

Hussle, cujo nome verdadeiro é Ermias Asghedom, nasceu em 15 de agosto de 1985, no bairro de Crenshaw, no sul de Los Angeles.

Nipsey gravou uma série de músicas ao longo de mais de 10 anos, mas seu primeiro álbum de estúdio foi gravado em 2018. Foi exatamente este disco, o “Victory Lap”, que foi indicado ao Grammy como Melhor Álbum de Rap. Quem levou a categoria foi Cardi B.

A cantora foi uma das artistas a homenagear Nipsey nas redes sociais após saber de sua morte.

“Que dia triste. Um grande representante da positividade e das mudanças em sua comunidade. Que o Senhor dê forças para seus familiares. Você não pode matar o amor, não pode matar o respeito. Compre suas músicas para manter sua música viva”, pediu a rapper.

O cantor já havia trabalhado com grandes nomes da música, como Drake, Childish Gambino, 50 Cent, Kendrick Lamar, Rick Ross, Young Thug, Snoop Dogg, Ne-Yo, Kirko Bangz, Dom Kennedy, Tyga, Jadakiss, Chamillionaire e muitos outros.

A parceria mais recente estava prevista para ser lançada em 17 de maio. Nipsey Hussle gravou um clipe de uma música com John Legend junto ao DJ Khaled. A filmagem aconteceu na quinta-feira (27), conforme contou Legend em uma publicação que fez em homenagem ao artista.

“Eu passei q quinta com ele filmando um clipe para uma linda música que criamos com Khaled. Filmamos em Inglewood, próximo de onde ele cresceu. Ele era tão talentoso, tão orgulhoso de sua casa, então investiu em sua comunidade. Estou absolutamente atordoado por ele partir tão cedo”, escreveu.

G1

Trump ameaça fechar fronteira dos EUA com o México

Trump ameaça fechar fronteira dos EUA com o México

Trump alega que os EUA perdem dinheiro com a imigração ilegal

Nesta sexta-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em redes sociais que ele poderá fechar a fronteira do país com o México na próxima semana, ou pelo menos boa parte dela.

“Se o México não parar imediatamente toda a imigração ilegal que chega aos Estados Unidos por meio do sul da fronteira eu irei fechar a fronteira ou grandes seções dela na próxima semana”, escreveu Trump.

Em outra declaração, Trump apontou que seria fácil para o México impedir que imigrantes cruzem a fronteira. Para o republicano, o fechamento da fronteira seria positivo pois os Estados Unidos perdem muito dinheiro com o México por motivos como tráfico de drogas.

Mais de 50 jihadistas do EI são neutralizados na Síria

Mais de 50 jihadistas do EI são neutralizados na Síria

Mais de 50 membros do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) morreram em bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos nesta quinta-feira (28).

Os aviões da coalizão tiveram como alvo cavernas e túneis situados nas proximidades de Al-Baghuz, cidade da Síria de onde os extremistas foram expulsos no último dia 23.

Muitos jihadistas do Estado Islâmico se esconderam depois de perderem todos os territórios na parte leste do Rio Eufrates.

Os esconderijos bombardeados ficam nas proximidades do rio e nas áreas montanhosas desta região árida que faz fronteira com o Iraque.

No sábado passado, as Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança de milícias integrada majoritariamente por curdos e que recebe o apoio da coalizão, tomaram o controle de Al-Baghuz e anunciaram o fim do domínio territorial do EI.

No entanto, as milícias seguiram hoje com as operações de busca por locais onde ainda possa haver combatentes e importantes líderes do grupo radical, registra a agência EFE.

Trump: ‘Todas as opções podem acontecer’ se militares russos não saírem da Venezuela

Trump: ‘Todas as opções podem acontecer’ se militares russos não saírem da Venezuela

Presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os militares russos precisam sair da Venezuela, dias depois que o contingente russo chegou a Caracas.

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que os militares russos precisam sair da Venezuela, dias depois que o contingente russo chegou a Caracas, dizendo que “todas as opções” poderiam acontecer.

“A Rússia tem que sair”, disse Trump a repórteres durante uma reunião com a esposa do líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó. Perguntado como isso poderia ser realizado, Trump disse: “Vamos ver. Todas as opções estão em aberto.”

Reuters