China entende que crise do coronavírus pode gerar confronto com EUA

China entende que crise do coronavírus pode gerar confronto com EUA

Um relatório interno da China informa que o regime comunista enfrenta uma onda crescente de hostilidade em meio à pandemia de coronavírus.

Este clima hostil pode levar as relações com os Estados Unidosa um estágio de confronto, disseram fontes à agência Reuters.

O relatório foi apresentado no início do mês passado pelo Ministério da Segurança do Estado aos principais líderes do Partido Comunista Chinês, incluindo o mandatário Xi Jinping.

O documento concluiu que o sentimento global contra o regime comunista está em seu nível mais alto desde a repressão de 1989 na Praça da Paz Celestial.

Como resultado do cenário atual, Pequim enfrenta uma onda de sentimento anti-China liderada pelo governo Donald Trump.

Ainda de acordo com o texto, no pior cenário possível, a China precisa estar preparada para um confronto armado entre as duas potências globais.

“Não tenho informações relevantes”, disse o gabinete do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China em resposta aos questionamentos da Reuters sobre o relatório.

EUA vão acelerar diálogo e agenda econômica com o Brasil

EUA vão acelerar diálogo e agenda econômica com o Brasil

O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) divulgou comunicado, nesta sexta-feira (17), informando que houve uma reunião por teleconferência com autoridades do Brasil.

Os ministros brasileiros das Relações Exteriores, Economia e Agricultura conversaram com representantes de alto nível do USTR para discutir “a implementação de uma agenda econômica e comercial ambiciosa entre Brasil e Estados Unidos”, como combinado pelos presidentes Jair BolsonaroDonald Trump em sua reunião em 7 de março em Mar-a-Lago, na Flórida.

Em nota divulgada à imprensa, o órgão norte-americano diz que a visão compartilhada de objetivos dos dois presidentes aponta para um engajamento estratégico e em transformação dos dois países em sua “parceria comercial e econômica”.

Os dois governos concordaram em acelerar seu diálogo comercial para concluir em 2020 um acordo sobre regras comerciais e transparências, incluindo a facilitação de comércio e boas práticas regulatórias, diz a nota americana.

“Eles também concordaram em consultas domésticas, consistentes com procedimentos de cada país, para solicitar informações sobre como melhor expandir o comércio e desenvolver a relação econômica bilateral”, diz o comunicado, segundo o portal UOL.

Pesquisa: 125 pacientes com Covid-19 tratados com remdesivir têm ‘recuperação rápida’

Pesquisa: 125 pacientes com Covid-19 tratados com remdesivir têm ‘recuperação rápida’

Pesquisadores da Universidade de Chicago, em relatório preliminar, afirmaram que identificaram “recuperação rápida” em 125 pacientes com covid-19 que foram tratados com a medicação experimental remdesivir.

A droga é produzida pela empresa farmacêutica Gilead Sciences, que viu um aumento de 12% em suas ações na bolsa nesta sexta-feira (17), após a publicação da pesquisa.

Ainda não há tratamento comprovadamente eficaz para a infecção causada pelo novo coronavírus, que já atingiu mais de 2 milhões de pessoas ao redor do mundo. Remdesivir desponta como uma possibilidade para tratamento. No entanto, embora os resultados preliminares sejam promissores, não há ainda robustez nos testes clínicos.

De acordo com a Stat News, 125 pessoas com Covid-19 participaram de tratamento conduzido pela Gilead. Destes, 113 tiveram casos severos da doença. Stat diz que obteve uma gravação de médicos discutindo os resultados, reforçando que os pacientes apresentaram redução na febre e alguns chegaram a deixar os respiradores.

China é uma ameaça à saúde global, diz senador dos EUA

China é uma ameaça à saúde global, diz senador dos EUA

O senador republicano Ted Cruz, do Texas, pediu, nesta quarta-feira (15), que a China seja responsabilizada por sua atuação durante a pandemia de coronavírus.

Cruz disse que o Covid-19 poderia ter sido contido como um “surto regional” se o regime comunista de Pequim tivesse agido prontamente.

Em entrevista à emissora Fox News, Cruz declarou:

“A China tem sido a ameaça geopolítica mais significativa enfrentada pelos Estados Unidos. Nós sempre consideramos uma ofensa aos direitos humanos quando eles censuram e silenciam a liberdade de expressão.”

O senador acrescentou:

“Vimos agora que não é apenas uma ameaça aos direitos humanos, mas também à segurança nacional e à saúde global quando se trata deste surto de Wuhan.”

Mencionando a censura aplicada pelo regime de Xi Jinping para controlar as informações sobre o surto, o político do Partido Republicano completou:

“Quando médicos corajosos denunciaram [o surto], o governo chinês os atacou. Eles os silenciaram. Eles fizeram todo o possível para mantê-los quietos.”

Bolsonaro diz que EUA desistiram de sobretaxar aço do Brasil

Bolsonaro diz que EUA desistiram de sobretaxar aço do Brasil

Após uma conversa com o mandatário norte-americano Donald Trump, o presidente da República, Jair Bolsonaro, informou, nesta sexta-feira (20), que os Estados Unidos desistiram de sobretaxar o aço e o alumínio produzidos no Brasil.

Bolsonaro deu as informações ao fazer uma transmissão ao vivo em uma rede social acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Assessor Especial da Presidência, Filipe Martins.

Bolsonaro declarou:

“Agora há pouco, então, tive a grata satisfação de receber um telefonema do senhor Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Uma conversa de aproximadamente 15 minutos, no espírito maior da cordialidade e respeito entre dois chefes de Estado.”

E acrescentou:

“Entendo o que ele queria, pretendia fazer, e dei os meus argumentos para ele. Ele se convenceu dos meus argumentos e decidiu dizer a nós todos, brasileiros, que nosso aço e nosso alumínio não serão sobretaxados. Repito: não serão sobretaxados.”

Pouco depois, Trump publicou a seguinte mensagem na rede social Twitter:

“Acabei de ter uma boa conversa com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Nós conversamos sobre muitos assuntos, incluindo comércio. As relações entre Estados Unidos e Brasil nunca estiveram tão fortes.”

Trump estuda novo corte de impostos para a classe média

Trump estuda novo corte de impostos para a classe média

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pretende adotar como principal plataforma de sua campanha pela reeleição uma proposta de redução de impostos para a classe média.

A ideia é oferecer a criação de uma alíquota de 15% para pessoas físicas que tem renda anual na faixa de US$ 30 mil US$ 100 mil.

Atualmente, essas pessoas são enquadradas na faixa de até 24% ao declarar o Imposto de Renda.

O diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, disse à emissora CNBC que ainda é “muito cedo” para entrar em detalhes específicos sobre o novo projeto e que isso também não deve acontecer nos próximos meses.

Em lei promulgada em dezembro de 2017, Trump detalhou um pacote fiscal onde o imposto para empresas foi reduzido em 20%

Animais na Uber? Empresa inicia testes nos EUA

Animais na Uber? Empresa inicia testes nos EUA

Uber anunciou que irá testar a partir desta semana uma opção para transporte de animais de estimação nos Estados Unidos

A proposta é semelhante a uma que já foi testada em diversos países da Ásia e da América Latina.

Aqui no Brasil, esta opção estava disponível no aplicativo em 2015, mas no ano seguinte o serviço foi encerrado.

Segundo a empresa, “todos os serviços são pet friendly”, fazendo com que animais sejam “aceitos pelos motoristas parceiros”. A recomendação da Uber, no entanto, é que, antes de entrar no carro, o cliente avise o motorista sobre o bicho de estimação.

Com o serviço Uber Pet, por sua vez, não é preciso ficar em busca de um motorista que se sinta confortável de transportar o seu pet. É só selecionar a opção que o aplicativo vai identificar os motoristas que aceitam transportá-los, informa o site Gizmodo.

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

O procurador-geral Bill Barr entrou em contato com nações aliadas em busca de informações para a investigação que apura como o governo Barack Obama usou as agências de inteligência dos Estados Unidos para monitorar a campanha republicana de Donald Trump, em 2016.

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) está realizando uma investigação sobre as origens da ação do procurador-especial Robert Mueller envolvendo a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016.

Trump sempre classificou a narrativa de que ele precisou de ajuda externa para derrotar Hillary Clinton como uma “caça às bruxas”.

Após mais de dois anos de investigação e de uma cobertura caótica da velha imprensa, Mueller não encontrou evidências de conluio entre o chefe da Casa Branca e o governo Vladimir Putin.

Foi com base neste cenário que o presidente dos EUA pediu ajuda ao primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison. Um movimento totalmente dentro da legalidade. Afinal, a investigação original do FBI sobre a interferência russa foi deflagrada com base em informações de funcionários australianos.

Segundo a revista Veja, um porta-voz do governo australiano confirmou o pedido de Trump, assinalando que a Austrália “está sempre pronta para cooperar com os esforços para esclarecer assuntos que estão sob investigação”.

O procurador-geral dos EUA também teria pedido ajuda à Itália para esclarecer a origem da investigação que abriu a possibilidade do governo Obama espionar um candidato rival em pleno período eleitoral.

Barr teria se reunido com funcionários de alto escalão do Estado italiano na última sexta-feira (27) e pedido auxílio no inquérito conduzido por John Durham, o procurador de Connecticut convocado a investigar se o FBI agiu dentro da lei ao coletar informações sobre a campanha do presidente em 2016, informa a revista ISTOÉ.

A viagem de Barr à Itália antecedeu uma visita oficial do chanceler norte-americano Mike Pompeo, que desembarcou em Roma nesta terça-feira (1º) e terá reuniões com o presidente Sergio Mattarella, o primeiro-ministro Giuseppe Conte e o chanceler Luigi Di Maio.

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o pedido de impeachment do Partido Democrata com base no caso da Ucrânia é “maior fraude da história da política norte-americana”.

Diante do pedido de impeachment aberto pelos democratas, Trump postou uma mensagem de vídeo no Twitter para alertar seus apoiadores.

Em relação à oposição democrata, Trump declarou:

“Eles querem tirar suas armas, querem tirar seus cuidados de saúde, querem tirar seu voto, querem tirar sua liberdade.”

O líder dos Estados Unidos acrescentou:

“Nunca devemos deixar isso acontecer, porque nosso país está em risco como nunca antes.”

Confira o vídeo:

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, neste domingo (15), que os Estados Unidos estão preparados para responder ao ataque contra infraestruturas petroleiras na Arábia Saudita, que a Casa Branca atribui ao Irã.

É a primeira vez que Trump menciona uma resposta em potencial ao ataque do último sábado (13), que obrigou o reino a reduzir sua produção de petróleo pela metade.

Em seu perfil no Twitter, o presidente dos EUA declarou:

“O suprimento de petróleo da Arábia Saudita foi atacado. Há razões para acreditar que conhecemos o culpado, estamos prontos para atacar dependendo da verificação, mas estamos aguardando notícias do Reino [Saudita] sobre quem eles acreditam que foi a causa desse ataque e sob quais termos procederíamos!”

Os rebeldes xiitas huthis do Iêmen, apoiados pelo regime islâmico em Teerã, e que enfrentam há cinco anos uma coalizão militar liderada pelos sauditas, reivindicaram os ataques contra instalações petrolíferas.

No entanto, o chanceler dos EUA, Mike Pompeo, acusou diretamente o Irã, afirmando que não há provas de que o ataque tenha procedido do Iêmen, e acrescentou que Washington “trabalhará” com seus parceiros para garantir o abastecimento do mercado e “que o Irã preste contas de sua agressão”.