Trump estuda novo corte de impostos para a classe média

Trump estuda novo corte de impostos para a classe média

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pretende adotar como principal plataforma de sua campanha pela reeleição uma proposta de redução de impostos para a classe média.

A ideia é oferecer a criação de uma alíquota de 15% para pessoas físicas que tem renda anual na faixa de US$ 30 mil US$ 100 mil.

Atualmente, essas pessoas são enquadradas na faixa de até 24% ao declarar o Imposto de Renda.

O diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, disse à emissora CNBC que ainda é “muito cedo” para entrar em detalhes específicos sobre o novo projeto e que isso também não deve acontecer nos próximos meses.

Em lei promulgada em dezembro de 2017, Trump detalhou um pacote fiscal onde o imposto para empresas foi reduzido em 20%

Animais na Uber? Empresa inicia testes nos EUA

Animais na Uber? Empresa inicia testes nos EUA

Uber anunciou que irá testar a partir desta semana uma opção para transporte de animais de estimação nos Estados Unidos

A proposta é semelhante a uma que já foi testada em diversos países da Ásia e da América Latina.

Aqui no Brasil, esta opção estava disponível no aplicativo em 2015, mas no ano seguinte o serviço foi encerrado.

Segundo a empresa, “todos os serviços são pet friendly”, fazendo com que animais sejam “aceitos pelos motoristas parceiros”. A recomendação da Uber, no entanto, é que, antes de entrar no carro, o cliente avise o motorista sobre o bicho de estimação.

Com o serviço Uber Pet, por sua vez, não é preciso ficar em busca de um motorista que se sinta confortável de transportar o seu pet. É só selecionar a opção que o aplicativo vai identificar os motoristas que aceitam transportá-los, informa o site Gizmodo.

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

O procurador-geral Bill Barr entrou em contato com nações aliadas em busca de informações para a investigação que apura como o governo Barack Obama usou as agências de inteligência dos Estados Unidos para monitorar a campanha republicana de Donald Trump, em 2016.

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) está realizando uma investigação sobre as origens da ação do procurador-especial Robert Mueller envolvendo a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016.

Trump sempre classificou a narrativa de que ele precisou de ajuda externa para derrotar Hillary Clinton como uma “caça às bruxas”.

Após mais de dois anos de investigação e de uma cobertura caótica da velha imprensa, Mueller não encontrou evidências de conluio entre o chefe da Casa Branca e o governo Vladimir Putin.

Foi com base neste cenário que o presidente dos EUA pediu ajuda ao primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison. Um movimento totalmente dentro da legalidade. Afinal, a investigação original do FBI sobre a interferência russa foi deflagrada com base em informações de funcionários australianos.

Segundo a revista Veja, um porta-voz do governo australiano confirmou o pedido de Trump, assinalando que a Austrália “está sempre pronta para cooperar com os esforços para esclarecer assuntos que estão sob investigação”.

O procurador-geral dos EUA também teria pedido ajuda à Itália para esclarecer a origem da investigação que abriu a possibilidade do governo Obama espionar um candidato rival em pleno período eleitoral.

Barr teria se reunido com funcionários de alto escalão do Estado italiano na última sexta-feira (27) e pedido auxílio no inquérito conduzido por John Durham, o procurador de Connecticut convocado a investigar se o FBI agiu dentro da lei ao coletar informações sobre a campanha do presidente em 2016, informa a revista ISTOÉ.

A viagem de Barr à Itália antecedeu uma visita oficial do chanceler norte-americano Mike Pompeo, que desembarcou em Roma nesta terça-feira (1º) e terá reuniões com o presidente Sergio Mattarella, o primeiro-ministro Giuseppe Conte e o chanceler Luigi Di Maio.

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o pedido de impeachment do Partido Democrata com base no caso da Ucrânia é “maior fraude da história da política norte-americana”.

Diante do pedido de impeachment aberto pelos democratas, Trump postou uma mensagem de vídeo no Twitter para alertar seus apoiadores.

Em relação à oposição democrata, Trump declarou:

“Eles querem tirar suas armas, querem tirar seus cuidados de saúde, querem tirar seu voto, querem tirar sua liberdade.”

O líder dos Estados Unidos acrescentou:

“Nunca devemos deixar isso acontecer, porque nosso país está em risco como nunca antes.”

Confira o vídeo:

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, neste domingo (15), que os Estados Unidos estão preparados para responder ao ataque contra infraestruturas petroleiras na Arábia Saudita, que a Casa Branca atribui ao Irã.

É a primeira vez que Trump menciona uma resposta em potencial ao ataque do último sábado (13), que obrigou o reino a reduzir sua produção de petróleo pela metade.

Em seu perfil no Twitter, o presidente dos EUA declarou:

“O suprimento de petróleo da Arábia Saudita foi atacado. Há razões para acreditar que conhecemos o culpado, estamos prontos para atacar dependendo da verificação, mas estamos aguardando notícias do Reino [Saudita] sobre quem eles acreditam que foi a causa desse ataque e sob quais termos procederíamos!”

Os rebeldes xiitas huthis do Iêmen, apoiados pelo regime islâmico em Teerã, e que enfrentam há cinco anos uma coalizão militar liderada pelos sauditas, reivindicaram os ataques contra instalações petrolíferas.

No entanto, o chanceler dos EUA, Mike Pompeo, acusou diretamente o Irã, afirmando que não há provas de que o ataque tenha procedido do Iêmen, e acrescentou que Washington “trabalhará” com seus parceiros para garantir o abastecimento do mercado e “que o Irã preste contas de sua agressão”.

Trump confirma morte de filho e herdeiro de Osama bin Laden

Trump confirma morte de filho e herdeiro de Osama bin Laden

A Casa Branca confirmou, neste sábado, a morte do filho de Osama Bin Laden, Hamza Bin Laden, apontado como sucessor de seu pai na rede terrorista al-Qaeda. Ele foi abatido em uma operação de contraterrorismo realizda pelos Estados Unidos na região do Afeganistão/Paquistão”, disse o presidente americano, Donald Trump, em um comunicado.

“A perda de Hamza bin Ladin não apenas priva a Al-Qa’ida de importantes habilidades de liderança e a conexão simbólica com seu pai, mas prejudica importantes atividades operacionais do grupo”, diz o comunicado.

Hamza, que se acredita ter cerca de 30 anos, estava ao lado de seu pai no Afeganistão antes dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Ele também passou um tempo com seu pai no Paquistão após a invasão do Afeganistão liderada pelos EUA levar grande parte da liderança sênior da Al Qaeda para lá, de acordo com a Brookings Institution.

O Departamento de Estado dos EUA designou Hamza um terrorista global em 2017, depois que ele pediu atos de terrorismo nas capitais ocidentais e ameaçou se vingar dos Estados Unidos por matar seu pai.

Trump elogia esforços de Bolsonaro para conter fogo na Amazônia

Trump elogia esforços de Bolsonaro para conter fogo na Amazônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre os incêndios na Amazônia na manhã desta terça-feira (27).

Em mensagem na rede social Twitter, Trump disse que passou a conhecer muito bem o presidente da República, Jair Bolsonaro, durante negociações recentes.

“Ele [Bolsonaro] está trabalhando duro nos incêndios na Amazônia e, em todos os aspectos, fazendo um ótimo trabalho para o povo do Brasil – Não é fácil”, escreveu Trump.

O chefe da Casa Branca finalizou dizendo que Bolsonaro e o Brasil “têm o apoio total e completo” dos Estados Unidos.

Trump promete acordo comercial após Reino Unido sair da UE

Trump promete acordo comercial após Reino Unido sair da UE

Em seu primeiro encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, desde que assumiu, em 24 de julho, o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, o conservador Boris Johnson demonstrou entusiasmo com a saída do país da União Europeia.

“Está claro que existem oportunidades enormes para o Reino Unido penetrar no mercado americano de uma forma que atualmente não podemos”, disse Johnson sobre o cenários pós-Brexit.

Durante a conversa com Trump, ambos abordaram a questão mais urgente para o britânico: a negociação de um acordo comercial com os Estados Unidos quando a Grã-Bretanha sair da UE e for excluída do mercado comum.

Para Londres, isso é uma prioridade. A possibilidade de abrir um novo mercado gigantesco no momento em que outro, o da UE, se fecha.

Trump, que estaria em posição de força na negociação, afirma querer um acordo rápido, segundo o jornal EL PAÍS.

No café da manhã que Trump teve com Johnson, durante a cúpula do G7, em Biarritz, na França, os jornalistas perguntaram quando sairá o acordo, e o presidente dos EUA respondeu: “Muito rápido. Não prevemos nenhum problema”. O pacto será “muito grande”, destacou.

Donald Trump leva posição do Brasil ao G7

Donald Trump leva posição do Brasil ao G7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se ofereceu para levar a posição do Brasil sobre os incêndios florestais na Amazônia à reunião do G7, que começou neste sábado (24) e se estende até a segunda-feira (26), em Biarritz, no sudoeste da França.

O governo brasileiro ainda conta com o apoio do Reino UnidoItália Japão, que fazem parte do Grupo dos Sete, além de EspanhaChileArgentina Peruinforma O Globo.

A oferta dos Estados Unidos teria saído do diálogo, na última sexta-feira (23), entre Trump e o presidente da República, Jair Bolsonaro.

No início da noite de sexta, em pronunciamento em cadeia nacional, Bolsonaro sinalizou que poderia contar com um membro do G7 em nome do Brasil, sem revelar o nome:

“Outros países se solidarizaram com o Brasil. Ofereceram meios para combater as queimadas, bem como se prontificaram a levar a posição brasileira junto ao G7.”

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

A China criticou os Estados Unidos por romper o tratado com a Rússia para a eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

Em sessão da Conferência do Desarmamento em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira (6), o embaixador do país asiático Li Song declarou:

“A intenção é fazer com que o tratado não seja válido e assim buscar vantagens militares e estratégicas.”

O diplomata garantiu que Pequim, assim como os outros membros da comunidade internacional, está “profundamente preocupada” com o encerramento do acordo, informa a agência EFE.

Por outro lado, o embaixador da Rússia na conferência, Gennady Gatilov, acusou os norte-americanos de lançarem uma campanha para responsabilizar Moscou pelo fim do acordo de eliminação de mísseis de curto e médio alcances.