EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, neste domingo (15), que os Estados Unidos estão preparados para responder ao ataque contra infraestruturas petroleiras na Arábia Saudita, que a Casa Branca atribui ao Irã.

É a primeira vez que Trump menciona uma resposta em potencial ao ataque do último sábado (13), que obrigou o reino a reduzir sua produção de petróleo pela metade.

Em seu perfil no Twitter, o presidente dos EUA declarou:

“O suprimento de petróleo da Arábia Saudita foi atacado. Há razões para acreditar que conhecemos o culpado, estamos prontos para atacar dependendo da verificação, mas estamos aguardando notícias do Reino [Saudita] sobre quem eles acreditam que foi a causa desse ataque e sob quais termos procederíamos!”

Os rebeldes xiitas huthis do Iêmen, apoiados pelo regime islâmico em Teerã, e que enfrentam há cinco anos uma coalizão militar liderada pelos sauditas, reivindicaram os ataques contra instalações petrolíferas.

No entanto, o chanceler dos EUA, Mike Pompeo, acusou diretamente o Irã, afirmando que não há provas de que o ataque tenha procedido do Iêmen, e acrescentou que Washington “trabalhará” com seus parceiros para garantir o abastecimento do mercado e “que o Irã preste contas de sua agressão”.

Trump confirma morte de filho e herdeiro de Osama bin Laden

Trump confirma morte de filho e herdeiro de Osama bin Laden

A Casa Branca confirmou, neste sábado, a morte do filho de Osama Bin Laden, Hamza Bin Laden, apontado como sucessor de seu pai na rede terrorista al-Qaeda. Ele foi abatido em uma operação de contraterrorismo realizda pelos Estados Unidos na região do Afeganistão/Paquistão”, disse o presidente americano, Donald Trump, em um comunicado.

“A perda de Hamza bin Ladin não apenas priva a Al-Qa’ida de importantes habilidades de liderança e a conexão simbólica com seu pai, mas prejudica importantes atividades operacionais do grupo”, diz o comunicado.

Hamza, que se acredita ter cerca de 30 anos, estava ao lado de seu pai no Afeganistão antes dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Ele também passou um tempo com seu pai no Paquistão após a invasão do Afeganistão liderada pelos EUA levar grande parte da liderança sênior da Al Qaeda para lá, de acordo com a Brookings Institution.

O Departamento de Estado dos EUA designou Hamza um terrorista global em 2017, depois que ele pediu atos de terrorismo nas capitais ocidentais e ameaçou se vingar dos Estados Unidos por matar seu pai.

Trump elogia esforços de Bolsonaro para conter fogo na Amazônia

Trump elogia esforços de Bolsonaro para conter fogo na Amazônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre os incêndios na Amazônia na manhã desta terça-feira (27).

Em mensagem na rede social Twitter, Trump disse que passou a conhecer muito bem o presidente da República, Jair Bolsonaro, durante negociações recentes.

“Ele [Bolsonaro] está trabalhando duro nos incêndios na Amazônia e, em todos os aspectos, fazendo um ótimo trabalho para o povo do Brasil – Não é fácil”, escreveu Trump.

O chefe da Casa Branca finalizou dizendo que Bolsonaro e o Brasil “têm o apoio total e completo” dos Estados Unidos.

Trump promete acordo comercial após Reino Unido sair da UE

Trump promete acordo comercial após Reino Unido sair da UE

Em seu primeiro encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, desde que assumiu, em 24 de julho, o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido, o conservador Boris Johnson demonstrou entusiasmo com a saída do país da União Europeia.

“Está claro que existem oportunidades enormes para o Reino Unido penetrar no mercado americano de uma forma que atualmente não podemos”, disse Johnson sobre o cenários pós-Brexit.

Durante a conversa com Trump, ambos abordaram a questão mais urgente para o britânico: a negociação de um acordo comercial com os Estados Unidos quando a Grã-Bretanha sair da UE e for excluída do mercado comum.

Para Londres, isso é uma prioridade. A possibilidade de abrir um novo mercado gigantesco no momento em que outro, o da UE, se fecha.

Trump, que estaria em posição de força na negociação, afirma querer um acordo rápido, segundo o jornal EL PAÍS.

No café da manhã que Trump teve com Johnson, durante a cúpula do G7, em Biarritz, na França, os jornalistas perguntaram quando sairá o acordo, e o presidente dos EUA respondeu: “Muito rápido. Não prevemos nenhum problema”. O pacto será “muito grande”, destacou.

Donald Trump leva posição do Brasil ao G7

Donald Trump leva posição do Brasil ao G7

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se ofereceu para levar a posição do Brasil sobre os incêndios florestais na Amazônia à reunião do G7, que começou neste sábado (24) e se estende até a segunda-feira (26), em Biarritz, no sudoeste da França.

O governo brasileiro ainda conta com o apoio do Reino UnidoItália Japão, que fazem parte do Grupo dos Sete, além de EspanhaChileArgentina Peruinforma O Globo.

A oferta dos Estados Unidos teria saído do diálogo, na última sexta-feira (23), entre Trump e o presidente da República, Jair Bolsonaro.

No início da noite de sexta, em pronunciamento em cadeia nacional, Bolsonaro sinalizou que poderia contar com um membro do G7 em nome do Brasil, sem revelar o nome:

“Outros países se solidarizaram com o Brasil. Ofereceram meios para combater as queimadas, bem como se prontificaram a levar a posição brasileira junto ao G7.”

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

A China criticou os Estados Unidos por romper o tratado com a Rússia para a eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

Em sessão da Conferência do Desarmamento em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira (6), o embaixador do país asiático Li Song declarou:

“A intenção é fazer com que o tratado não seja válido e assim buscar vantagens militares e estratégicas.”

O diplomata garantiu que Pequim, assim como os outros membros da comunidade internacional, está “profundamente preocupada” com o encerramento do acordo, informa a agência EFE.

Por outro lado, o embaixador da Rússia na conferência, Gennady Gatilov, acusou os norte-americanos de lançarem uma campanha para responsabilizar Moscou pelo fim do acordo de eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

Trump considera impor uma quarentena à Venezuela

Trump considera impor uma quarentena à Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando impor um bloqueio ou uma quarentena à Venezuela.

Em conversa com jornalistas nos jardins da Casa Branca, nesta quinta-feira (1º), um jornalista perguntou a Trump:

“O senhor está considerando impor um bloqueio ou uma quarentena à Venezuela?”

Sem dar mais detalhes, Trump responde:

“Sim, eu estou.”

Trump já impôs diversas sanções à Venezuela para forçar a saída do ditador Nicolás Maduro do poder e apoia o líder opositor Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países.


EUA e Filipinas reforçam segurança em águas disputadas com a China

EUA e Filipinas reforçam segurança em águas disputadas com a China

As Filipinas e os Estados Unidos decidiram reforçar, nesta terça-feira (16), sua cooperação para garantir a “segurança mútua” e a “estabilidade regional” nas águas disputadas do Mar da China Meridional.

Em comunicado conjunto, segundo a agência EFE, os dois países afirmaram:

“Ambas partes reconheceram a importância de uma forte aliança Filipinas-EUA para melhorar a cooperação em segurança e promover a estabilidade regional e a prosperidade. Temos um mecanismo, o conselho sobre defesa mútua, no qual se debate sobre como fortalecer a relação bilateral em relação ao Tratado de Defesa Mútua.”

As duas nações são aliados tradicionais e contam com um Tratado de Defesa Mútua que data de 1951.

O acordo, no entanto, foi revisado para que não haja dúvidas sobre como proceder em caso de conflito no Mar da China Meridional, onde a China ocupou à força várias ilhotas que pertencem às Filipinas.

Os EUA, que planejam levar 60% da sua frota naval ao Pacífico, vê com estupor como a potência rival expandiu seu domínio nas águas do Mar da China Meridional, inclusive em áreas que são soberania das Filipinas, como o atol Scarborough ou parte das ilhas Spratly, reconhecidas como filipinas em uma sentença da Corte de Arbitragem da Haia.

Outros países da região, como Malásia, Vietnã, Brunei e Taiwan, também têm reivindicações de soberania nesse mar, onde nos últimos meses foram detectados mais de 500 navios chineses que agem como “uma milícia paramilitar com funções coercitivas e de vigilância”, segundo o Pentágono.


Terremoto atinge o sul da Califórnia, nos EUA

Terremoto atinge o sul da Califórnia, nos EUA

Um terremoto atingiu a região sul da Califórnia nesta quinta-feira (4). O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) revisou a magnitude do tremor para 6,4.

O epicentro do tremor foi registrado a uma profundidade de 8,7 quilômetros perto de Ridgecrest, cidade a 175 km de Los Angeles com cerca de 27,6 mil habitantes.

Os bombeiros da região registraram 24 chamados relacionados ao terremoto – de emergências médicas a pequenos incêndios causados por danos nas estruturas. Por enquanto, porém, não há registro de vítimas ou colapsos estruturais mais sérios.

China lamenta produção de urânio enriquecido do Irã

China lamenta produção de urânio enriquecido do Irã

O regime comunista da China afirmou, nesta terça-feira (2), lamentar que o Irã tenha superado o limite de suas reservas de urânio enriquecido.

Teerã confirmou que rompeu o limite imposto no acordo de 2015 sobre seu programa nuclear, e acusou o governo dos Estados Unidos de ser a “fonte” das atuais tensões.

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, declarou:

“A China lamenta as medidas adotadas pelo Irã, mas, ao mesmo tempo, enfatizamos em muitas ocasiões que a pressão máxima dos Estados Unidos é a causa das tensões atuais.”

E, segundo a agência AFP, acrescentou:

“Pedimos a todas as partes que observem a situação em uma perspectiva global de longo prazo, atuem com moderação e façam cumprir (o acordo), para evitar uma nova escalada.”