Trump ameaça destruir economia da Turquia se país massacrar Curdos

Trump ameaça destruir economia da Turquia se país massacrar Curdos

O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou, nesta segunda-feira (7), “aniquilar” a economia da Turquia caso o país passe dos limites na Síria.

A declaração é um alerta à iminente operação militar do regime islâmico turco contra os Curdos vivendo em território sírio. Em uma tentativa de não se envolver no conflito, os Estados Unidos iniciaram a retirada de suas tropas do país.

“Como disse antes, e só para reiterar, se a Turquia fizer algo que eu, em minha grande e inigualável sabedoria, considero fora dos limites, destruirei e aniquilarei totalmente a economia da Turquia”, disse Trump pelo Twitter.

“Já fiz isso antes”, acrescentou o chefe da Casa Branca, em referência à queda da moeda nacional turca, que perdeu 25% do valor em agosto, quando os EUA pressionavam economicamente pela libertação do missionário Andrew Brunson, informa a agência EFE.

No fim de semana passado, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, advertiu que é “iminente” uma intervenção militar em território sírio contra as milícias curdo-sírias a leste do rio Eufrates.

EUA e Vaticano alertam para perseguição aos cristãos no Oriente Médio

EUA e Vaticano alertam para perseguição aos cristãos no Oriente Médio

Papa Francisco e o chanceler norte-americano, Mike Pompeo, alertaram, nesta quinta-feira (3), para a necessidade de proteger os direitos das minorias cristãs no Oriente Médio

A informação foi confirmada pelo governo dos Estados Unidos após um encontro do diplomata com o sumo pontífice no Vaticano.

Pompeo conversou com o papa durante cerca de meia hora. Segundo a agência Reuters, a porta-voz do Departamento de Estado, Morgan Ortagus, falou sobre o encontro:

“Eles reafirmaram o compromisso dos Estados Unidos e da Santa Sé de promover a liberdade religiosa em todo o mundo, e em particular proteger comunidades cristãs no Oriente Médio.”

O Vaticano não emitiu um comunicado sobre o conteúdo da reunião, o que só costuma fazer quando o papa se reúne com chefes de Estado.

Dias atrás, os governos de Brasil Hungria organizaram uma reunião paralela à Assembleia Geral da ONU, em Nova York, com foco no combate à perseguição aos cristãos mundo afora.

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

O procurador-geral Bill Barr entrou em contato com nações aliadas em busca de informações para a investigação que apura como o governo Barack Obama usou as agências de inteligência dos Estados Unidos para monitorar a campanha republicana de Donald Trump, em 2016.

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) está realizando uma investigação sobre as origens da ação do procurador-especial Robert Mueller envolvendo a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016.

Trump sempre classificou a narrativa de que ele precisou de ajuda externa para derrotar Hillary Clinton como uma “caça às bruxas”.

Após mais de dois anos de investigação e de uma cobertura caótica da velha imprensa, Mueller não encontrou evidências de conluio entre o chefe da Casa Branca e o governo Vladimir Putin.

Foi com base neste cenário que o presidente dos EUA pediu ajuda ao primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison. Um movimento totalmente dentro da legalidade. Afinal, a investigação original do FBI sobre a interferência russa foi deflagrada com base em informações de funcionários australianos.

Segundo a revista Veja, um porta-voz do governo australiano confirmou o pedido de Trump, assinalando que a Austrália “está sempre pronta para cooperar com os esforços para esclarecer assuntos que estão sob investigação”.

O procurador-geral dos EUA também teria pedido ajuda à Itália para esclarecer a origem da investigação que abriu a possibilidade do governo Obama espionar um candidato rival em pleno período eleitoral.

Barr teria se reunido com funcionários de alto escalão do Estado italiano na última sexta-feira (27) e pedido auxílio no inquérito conduzido por John Durham, o procurador de Connecticut convocado a investigar se o FBI agiu dentro da lei ao coletar informações sobre a campanha do presidente em 2016, informa a revista ISTOÉ.

A viagem de Barr à Itália antecedeu uma visita oficial do chanceler norte-americano Mike Pompeo, que desembarcou em Roma nesta terça-feira (1º) e terá reuniões com o presidente Sergio Mattarella, o primeiro-ministro Giuseppe Conte e o chanceler Luigi Di Maio.

Trump usa chantagem para agredir a Venezuela, diz Maduro

Trump usa chantagem para agredir a Venezuela, diz Maduro

O ditador Nicolás Maduro afirmou, nesta sexta-feira (27), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chantageia líderes de outros países para que apoiem uma “política de agressão” contra a Venezuela.

Durante discurso transmitido na televisão estatal, Maduro declarou:

“Ele liga para todos os presidentes e todos os primeiros-ministros do mundo para chantageá-los, para dizer que vai retirar ajuda econômica, crédito, que os atacará, que os derrubará se não apoiarem sua política de agressão contra a Venezuela.”

E, segundo a agência EFE, acrescentou:

“Deveriam abrir mil impeachments contra Donald Trump pela chantagem que faz ao mundo contra a Venezuela, pelas violações permanentes ao direito internacional.”

Ex-agente da CIA aponta suspeitas sobre denúncia contra Trump

Ex-agente da CIA aponta suspeitas sobre denúncia contra Trump

Fred Fleitz ocupou cargos na CIA, no DIA, no Departamento de Estado e na equipe do Comitê de Inteligência da Câmara. 

Ele escreveu um artigo no site New York Post, nesta quinta-feira (26), sobre a denúncia que levou o Partido Democrata a formalizar um inquérito de impeachment contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

RENOVA apresenta abaixo a tradução do texto intitulado “Ex-funcionário da CIA sobre denúncia: ‘Como isso pode ser uma questão de inteligência?’”.

Estou preocupado com a denúncia e me pergunto como um oficial de inteligência poderia enviá-la baseado em algo que um presidente disse a um líder estrangeiro. Como isso poderia ser uma questão de inteligência?

Parece-me provável que esse suposto denunciante está seguindo uma agenda política.

Conheço muito bem as transcrições das ligações telefônicas presidenciais desde que editei e processei dezenas delas quando trabalhei no NSC [Conselho de Segurança Nacional]. Eu também sei muito sobre denunciantes de inteligência do meu tempo na CIA.

Minhas suspeitas aumentaram esta manhã quando vi a denúncia desclassificada. Parece ter sido escrito por um professor de direito e inclui referências legais e notas de rodapé detalhadas. Também possui uma referência legalista incomum sobre como essa reclamação deve ser classificada.

Pela minha experiência, uma denúncia extremamente polida desse jeito é inédita. Parece que o denunciante teve ajuda externa para fazer este documento, possivelmente de membros ou funcionários do Congresso.

Além disso, parece mais que uma coincidência que essa queixa tenha surgido e tenha sido direcionada ao Comitê de Inteligência da Câmara logo após Adam Schiff (D-Califórnia), um oponente franco do presidente Trump, ter expressado inúmeras queixas em agosto de 2019 acusando o presidente Trump de abusar da ajuda à Ucrânia para ferir Joe Biden. Isso inclui um tuíte de 28 de agosto que lembra bastante esta denúncia.

Os republicanos da Câmara precisam perguntar ao denunciante sob juramento se ele falou à imprensa ou ao Congresso sobre sua queixa.

Também é muito preocupante para mim como a denúncia indica que oficiais de inteligência e possivelmente outros funcionários federais estão violando as regras que regem as ligações telefônicas presidenciais com líderes estrangeiros.

O conteúdo e as transcrições dessas chamadas são altamente confidenciais. O denunciante deixa claro em sua queixa que ele não ouviu a ligação em questão, nem leu a transcrição — ele foi informado da ligação por outras pessoas. Se for verdade, os oficiais de inteligência violaram gravemente as regras, bem como a confiança depositada neles para proteger essas informações confidenciais.

Recuso-me a acreditar que o vazamento, o momento e a apresentação desta denúncia sejam coincidências. Eu também não acho que o povo americano vai comprar isso.

Estou mais preocupado, no entanto, que este último exemplo de politização flagrante da inteligência por parte dos odiadores de Trump causará danos a longo prazo ao relacionamento entre a comunidade de inteligência e os presidentes dos EUA nos próximos anos.

Texto de Fred Fleitz no New York Post

Trump reforça presença militar dos EUA na Polônia

Trump reforça presença militar dos EUA na Polônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na segunda-feira (23), o reforço da presença militar norte-americana na Polônia.

Em um encontro com o presidente polonês, Andrzej Duda, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, Trump afirmou:

“Vamos enviar soldados. [Os poloneses] vão construir instalações para nós que estou certo que serão ótimas e eles pagarão todos os gastos.”

Apesar do anúncio de reforço militar, Trump revelou poucos detalhes sobre o alcance do acordo de cooperação militar firmado pelos dois países.

O chefe da Casa Branca garantiu, no entanto, que a medida não responde a uma necessidade de contrabalancear uma suposta ameaça da Rússia, informa o jornal Estado de Minas.

Bolsonaro é um líder para a América do Sul, diz ex-prefeito de NY

Bolsonaro é um líder para a América do Sul, diz ex-prefeito de NY

(Nova York – EUA, 24/09/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante encontro com o senhor Rudolph Giuliani, ex-prefeito da cidade de Nova York. Foto: Alan Santos/PR

Rudolph Giuliani, ex-prefeito de Nova York e atual advogado pessoal de Donald Trump, conversou com o presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (24), no hotel onde o líder brasileiro esteve hospedado durante estadia nos Estados Unidos.

“Bolsonaro é um homem extraordinário, e o Brasil tem muita sorte em tê-lo. Eu o vejo como um líder para a América do Sul”, disse Giuliani em conversa com a imprensa após a reunião.

Questionado por jornalistas se não achava o mandatário do Brasil agressivo, como os críticos têm dito, ele logo respondeu: “Se ele não fosse agressivo, como ele mudaria as coisas?”.

Giuliani também disse que ficou muito impressionado com o filho do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

“Eu o conheço há algum tempo, é um homem muito brilhante, que tem a distinção de um policial”, afirmou o ex-prefeito de NY, segundo o site UOL.

EUA expulsam dois membros da missão de Cuba na ONU

EUA expulsam dois membros da missão de Cuba na ONU

O governo Donald Trump expulsou do país dois integrantes da missão permanente de Cuba na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com Washington, os cubanos foram expulsos por envolvimento em “atividades prejudiciais para a segurança nacional” dos Estados Unidos.

A decisão foi tomada às vésperas da abertura dos debates da Assembleia Geral da ONU, em 24 de setembro, em Nova Iorque.

Sem dar detalhes sobre a acusação feita aos cubanos ou se eles já deixaram o país, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Morgan Ortagus, declarou:

“Após dois membros da missão de Cuba na ONU terem se envolvido em atividades prejudiciais à segurança nacional dos EUA, pedimos a eles que deixem os EUA.”

E, segundo o jornal Gazeta do Povo, acrescentou:

“Membros da missão de Cuba na ONU também estão restritos a permanecer em Manhattan. Nós levamos a sério qualquer tentativa contra a segurança nacional dos EUA.”

Furacão Dorian provoca destruição nos Estados Unidos

Furacão Dorian provoca destruição nos Estados Unidos

Poucos dias depois de causar uma crise humanitária no noroeste das Bahamas, o furacão Dorian está provocando destruição na Carolina do Norte Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

Mais de 243 mil pessoas ficaram sem energia elétrica nos estados da Geórgia e das Carolinas do Norte e do Sul, informa o jornal Gazeta do Povo.

Imagens de casas destruídas na cidade de Emerald Isle estão sendo compartilhadas em redes sociais e mostradas pela imprensa americana.

Furacão Dorian sobe de categoria enquanto se aproxima dos EUA

Furacão Dorian sobe de categoria enquanto se aproxima dos EUA

O furacão Dorian deixou a costa da Flórida e avança pelo litoral da Georgia e das Carolinas nesta quinta-feira (5).

As áreas enfrentam uma ameaça tripla de “ventos destrutivos, chuvas inundantes e tempestades com risco de vida”, segundo informações do Centro Nacional de Furacões.

A previsão é que Dorian chegue mais perto do litoral das Carolinas nos próximos dias, podendo até tocar o solo. Portanto, espera-se que os impactos sejam mais graves.

O furacão voltou a ganhar força depois de passar pelo litoral norte da Flórida, com a velocidade máxima dos ventos chegando a 185 km/h, o que o eleva para um furacão de categoria 3, informa o jornal Gazeta do Povo.

Caso o furacão Dorian atinja a Carolina do Norte, será a primeira vez que ventos com esta força atingirão o estado desde a passagem do Fran em 1996.