Centrão lança plataforma digital de olho nas próximas eleições

Centrão lança plataforma digital de olho nas próximas eleições

No último fim de semana, o “Centro, o Brasil em Movimento” lançou a sua plataforma digital na qual começa a coletar apoios para o grupo.

O movimento é uma aliança política composta por 5 partidos: DEM, Solidariedade, PL, Avante e Progressistas (antigo PP).

Segundo o site Poder360, o nome mais famoso do grupo é o do deputado e presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Entre políticos que têm marcado presença nos encontro destacam-se os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Paulinho da Força(Solidariedade-SP) e Luis Tibé (Avante-MG).

A área de comunicação da iniciativa do Centrão está a cargo do marqueteiro Chico Mendez. A parte digital ficou com o publicitário Moriael Paiva.

A ideia principal do grupo é difundir um discurso mais ponderado e que possa ficar entre o do presidente da República, Jair Bolsonaro, e o do Partido dos Trabalhadores (PT).

Brasil e Colômbia cobram eleições urgentes na Bolívia

Brasil e Colômbia cobram eleições urgentes na Bolívia

As delegações do Brasil e da Colômbia encabeçaram uma proposta de resolução na Organização dos Estados Americanos (OEA), nesta quarta-feira (20), para cobrar a convocação de eleições urgentes na Bolívia.

As duas nações também pedem o estabelecimento de um calendário eleitoral claro no país da América do Sul, que sofre com distúrbios sociais após a tentativa de fraude nas eleições promovida por Evo Morales.

Aprovado pelo Conselho Permanente com voto a favor de 26 países, o texto também prevê o envio de apoio técnico da OEA para auxiliar nos trâmites eleitorais bolivianos, informa o jornal Gazeta do Povo.

A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, apresentou ontem ao Congresso um projeto de lei para reorganizar o Tribunal Supremo Eleitoral (TSE) e convocar novas eleições gerais.

‘Jamais concorreria contra Bolsonaro’, diz Moro sobre 2022

‘Jamais concorreria contra Bolsonaro’, diz Moro sobre 2022

O ministro da Justiça e Segurança Pública,Sergio Moro, acha improvável concorrer a algum cargo público em futuras eleições, destacando que “jamais concorreria contra o presidente” da República, Jair Bolsonaro.

Em entrevista ao programa “Poder em Foco”, da emissora SBT, exibido na madrugada desta segunda-feira (21), ao ser questionado sobre pretensões eleitorais, Moro respondeu:

“Fui convidado a participar do governo Jair Bolsonaro, estou como ministro da Justiça, realizando esse trabalho no âmbito da política do governo. O presidente manifestou o desejo de buscar a reeleição, se isso acontecer mesmo, evidentemente, eu tenho um dever até de lealdade. Eu não tenho esse perfil político-partidário.”

Moro também disse que não vê a possibilidade de concorrer a um cargo público no momento, mas não descarta para o futuro:

“Acho improvável, agora, o futuro é distante. Agora, certamente, jamais concorreria contra o presidente Bolsonaro. Se ele for realmente candidato à reeleição, mas como se diz, não existe nenhum demérito na política, a política é uma das atividades mais nobres, tem que se ter um determinado perfil.”

Esquerda vence primária na Argentina com ampla vantagem

Esquerda vence primária na Argentina com ampla vantagem

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, reconheceu a derrota nas eleições prévias simultâneas e obrigatórias da corrida presidencial realizadas neste domingo, 11 de agosto.

Com 99,37% das urnas apuradas, o opositor Alberto Fernández tem 47,66% dos votos. Macri apareceria com apenas 32,08%. Roberto Lavagna aparece em 3º lugar com 8,23% dos votos.

Macri se antecipou à divulgação dos resultados e reconheceu um desempenho abaixo do esperado:

“Tivemos uma eleição ruim e isso nos obriga a partir de amanhã a redobrar nossos esforços. Dói que não tenhamos todo o apoio que esperávamos.”

Fernández é o candidato escolhido pela esquerdista Cristina Kirchner, que é vice na chapa. Segundo o site G1, ele falou em uma “Nova Argentina”:

“Nós não vamos restaurar um regime, vamos criar uma nova Argentina, que termine com este tempo de mentiras e que dê aos argentinos um horizonte melhor para o futuro. O conceito de vingança, divisão e qualquer outra coisa acabou. Nunca fomos loucos governando. Vamos arrumar os problemas que outros geraram.”