Bolsonaro diz que EUA desistiram de sobretaxar aço do Brasil

Bolsonaro diz que EUA desistiram de sobretaxar aço do Brasil

Após uma conversa com o mandatário norte-americano Donald Trump, o presidente da República, Jair Bolsonaro, informou, nesta sexta-feira (20), que os Estados Unidos desistiram de sobretaxar o aço e o alumínio produzidos no Brasil.

Bolsonaro deu as informações ao fazer uma transmissão ao vivo em uma rede social acompanhado do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Assessor Especial da Presidência, Filipe Martins.

Bolsonaro declarou:

“Agora há pouco, então, tive a grata satisfação de receber um telefonema do senhor Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Uma conversa de aproximadamente 15 minutos, no espírito maior da cordialidade e respeito entre dois chefes de Estado.”

E acrescentou:

“Entendo o que ele queria, pretendia fazer, e dei os meus argumentos para ele. Ele se convenceu dos meus argumentos e decidiu dizer a nós todos, brasileiros, que nosso aço e nosso alumínio não serão sobretaxados. Repito: não serão sobretaxados.”

Pouco depois, Trump publicou a seguinte mensagem na rede social Twitter:

“Acabei de ter uma boa conversa com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Nós conversamos sobre muitos assuntos, incluindo comércio. As relações entre Estados Unidos e Brasil nunca estiveram tão fortes.”

Trump estuda novo corte de impostos para a classe média

Trump estuda novo corte de impostos para a classe média

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, pretende adotar como principal plataforma de sua campanha pela reeleição uma proposta de redução de impostos para a classe média.

A ideia é oferecer a criação de uma alíquota de 15% para pessoas físicas que tem renda anual na faixa de US$ 30 mil US$ 100 mil.

Atualmente, essas pessoas são enquadradas na faixa de até 24% ao declarar o Imposto de Renda.

O diretor do Conselho Econômico Nacional da Casa Branca, Larry Kudlow, disse à emissora CNBC que ainda é “muito cedo” para entrar em detalhes específicos sobre o novo projeto e que isso também não deve acontecer nos próximos meses.

Em lei promulgada em dezembro de 2017, Trump detalhou um pacote fiscal onde o imposto para empresas foi reduzido em 20%

Queda de Morales é sinal para Venezuela e Nicarágua, diz Trump

Queda de Morales é sinal para Venezuela e Nicarágua, diz Trump

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, saudou, nesta segunda-feira (11), a queda do líder esquerdista Evo Morales, na Bolívia, como um sinal para regimes “ilegítimos”.

Segundo o jornal Correio Braziliense, Trump declarou:

“Estes eventos enviam um sinal forte aos regimes ilegítimos na Venezuela e na Nicarágua de que a democracia e a vontade do povo sempre prevalecerão.”

Washington classifica os regimes — venezuelano e nicaraguense — como “tiranias”.

Trump também disse que a renúncia de Morales, que tentava um quarto mandato mesmo após perder um referendo em 2016 sobre sua reeleição, marca um “momento significativo para a democracia no hemisfério ocidental”:

“Os Estados Unidos aplaudem o povo boliviano por exigir liberdade e os militares bolivianos por cumprir com seu juramento de proteger não apenas uma pessoa, mas a Constituição da Bolívia.”

Maior caça às bruxas da história do EUA, diz Trump

Maior caça às bruxas da história do EUA, diz Trump

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, classificou, nesta quinta-feira (31), seu processo de impeachment como “a maior caça às bruxas da história americana”.

A declaração foi feita no Twitter logo após uma votação na Câmara de Representantes, controlada pelo Partido Democrata, que aprovou a investigação para seu impeachment.

Os democratas tentam demonstrar que Trump pressionou a Ucrâniaa investigar o ex-vice-presidente dos EUA, Joe Biden.

“É injusto, inconstitucional e fundamentalmente antiamericano”, comentou a Casa Branca em comunicado.

Trump ameaça destruir economia da Turquia se país massacrar Curdos

Trump ameaça destruir economia da Turquia se país massacrar Curdos

O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou, nesta segunda-feira (7), “aniquilar” a economia da Turquia caso o país passe dos limites na Síria.

A declaração é um alerta à iminente operação militar do regime islâmico turco contra os Curdos vivendo em território sírio. Em uma tentativa de não se envolver no conflito, os Estados Unidos iniciaram a retirada de suas tropas do país.

“Como disse antes, e só para reiterar, se a Turquia fizer algo que eu, em minha grande e inigualável sabedoria, considero fora dos limites, destruirei e aniquilarei totalmente a economia da Turquia”, disse Trump pelo Twitter.

“Já fiz isso antes”, acrescentou o chefe da Casa Branca, em referência à queda da moeda nacional turca, que perdeu 25% do valor em agosto, quando os EUA pressionavam economicamente pela libertação do missionário Andrew Brunson, informa a agência EFE.

No fim de semana passado, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, advertiu que é “iminente” uma intervenção militar em território sírio contra as milícias curdo-sírias a leste do rio Eufrates.

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

O procurador-geral Bill Barr entrou em contato com nações aliadas em busca de informações para a investigação que apura como o governo Barack Obama usou as agências de inteligência dos Estados Unidos para monitorar a campanha republicana de Donald Trump, em 2016.

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) está realizando uma investigação sobre as origens da ação do procurador-especial Robert Mueller envolvendo a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016.

Trump sempre classificou a narrativa de que ele precisou de ajuda externa para derrotar Hillary Clinton como uma “caça às bruxas”.

Após mais de dois anos de investigação e de uma cobertura caótica da velha imprensa, Mueller não encontrou evidências de conluio entre o chefe da Casa Branca e o governo Vladimir Putin.

Foi com base neste cenário que o presidente dos EUA pediu ajuda ao primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison. Um movimento totalmente dentro da legalidade. Afinal, a investigação original do FBI sobre a interferência russa foi deflagrada com base em informações de funcionários australianos.

Segundo a revista Veja, um porta-voz do governo australiano confirmou o pedido de Trump, assinalando que a Austrália “está sempre pronta para cooperar com os esforços para esclarecer assuntos que estão sob investigação”.

O procurador-geral dos EUA também teria pedido ajuda à Itália para esclarecer a origem da investigação que abriu a possibilidade do governo Obama espionar um candidato rival em pleno período eleitoral.

Barr teria se reunido com funcionários de alto escalão do Estado italiano na última sexta-feira (27) e pedido auxílio no inquérito conduzido por John Durham, o procurador de Connecticut convocado a investigar se o FBI agiu dentro da lei ao coletar informações sobre a campanha do presidente em 2016, informa a revista ISTOÉ.

A viagem de Barr à Itália antecedeu uma visita oficial do chanceler norte-americano Mike Pompeo, que desembarcou em Roma nesta terça-feira (1º) e terá reuniões com o presidente Sergio Mattarella, o primeiro-ministro Giuseppe Conte e o chanceler Luigi Di Maio.

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o pedido de impeachment do Partido Democrata com base no caso da Ucrânia é “maior fraude da história da política norte-americana”.

Diante do pedido de impeachment aberto pelos democratas, Trump postou uma mensagem de vídeo no Twitter para alertar seus apoiadores.

Em relação à oposição democrata, Trump declarou:

“Eles querem tirar suas armas, querem tirar seus cuidados de saúde, querem tirar seu voto, querem tirar sua liberdade.”

O líder dos Estados Unidos acrescentou:

“Nunca devemos deixar isso acontecer, porque nosso país está em risco como nunca antes.”

Confira o vídeo:

Ex-agente da CIA aponta suspeitas sobre denúncia contra Trump

Ex-agente da CIA aponta suspeitas sobre denúncia contra Trump

Fred Fleitz ocupou cargos na CIA, no DIA, no Departamento de Estado e na equipe do Comitê de Inteligência da Câmara. 

Ele escreveu um artigo no site New York Post, nesta quinta-feira (26), sobre a denúncia que levou o Partido Democrata a formalizar um inquérito de impeachment contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

RENOVA apresenta abaixo a tradução do texto intitulado “Ex-funcionário da CIA sobre denúncia: ‘Como isso pode ser uma questão de inteligência?’”.

Estou preocupado com a denúncia e me pergunto como um oficial de inteligência poderia enviá-la baseado em algo que um presidente disse a um líder estrangeiro. Como isso poderia ser uma questão de inteligência?

Parece-me provável que esse suposto denunciante está seguindo uma agenda política.

Conheço muito bem as transcrições das ligações telefônicas presidenciais desde que editei e processei dezenas delas quando trabalhei no NSC [Conselho de Segurança Nacional]. Eu também sei muito sobre denunciantes de inteligência do meu tempo na CIA.

Minhas suspeitas aumentaram esta manhã quando vi a denúncia desclassificada. Parece ter sido escrito por um professor de direito e inclui referências legais e notas de rodapé detalhadas. Também possui uma referência legalista incomum sobre como essa reclamação deve ser classificada.

Pela minha experiência, uma denúncia extremamente polida desse jeito é inédita. Parece que o denunciante teve ajuda externa para fazer este documento, possivelmente de membros ou funcionários do Congresso.

Além disso, parece mais que uma coincidência que essa queixa tenha surgido e tenha sido direcionada ao Comitê de Inteligência da Câmara logo após Adam Schiff (D-Califórnia), um oponente franco do presidente Trump, ter expressado inúmeras queixas em agosto de 2019 acusando o presidente Trump de abusar da ajuda à Ucrânia para ferir Joe Biden. Isso inclui um tuíte de 28 de agosto que lembra bastante esta denúncia.

Os republicanos da Câmara precisam perguntar ao denunciante sob juramento se ele falou à imprensa ou ao Congresso sobre sua queixa.

Também é muito preocupante para mim como a denúncia indica que oficiais de inteligência e possivelmente outros funcionários federais estão violando as regras que regem as ligações telefônicas presidenciais com líderes estrangeiros.

O conteúdo e as transcrições dessas chamadas são altamente confidenciais. O denunciante deixa claro em sua queixa que ele não ouviu a ligação em questão, nem leu a transcrição — ele foi informado da ligação por outras pessoas. Se for verdade, os oficiais de inteligência violaram gravemente as regras, bem como a confiança depositada neles para proteger essas informações confidenciais.

Recuso-me a acreditar que o vazamento, o momento e a apresentação desta denúncia sejam coincidências. Eu também não acho que o povo americano vai comprar isso.

Estou mais preocupado, no entanto, que este último exemplo de politização flagrante da inteligência por parte dos odiadores de Trump causará danos a longo prazo ao relacionamento entre a comunidade de inteligência e os presidentes dos EUA nos próximos anos.

Texto de Fred Fleitz no New York Post

Trump reforça presença militar dos EUA na Polônia

Trump reforça presença militar dos EUA na Polônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na segunda-feira (23), o reforço da presença militar norte-americana na Polônia.

Em um encontro com o presidente polonês, Andrzej Duda, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, Trump afirmou:

“Vamos enviar soldados. [Os poloneses] vão construir instalações para nós que estou certo que serão ótimas e eles pagarão todos os gastos.”

Apesar do anúncio de reforço militar, Trump revelou poucos detalhes sobre o alcance do acordo de cooperação militar firmado pelos dois países.

O chefe da Casa Branca garantiu, no entanto, que a medida não responde a uma necessidade de contrabalancear uma suposta ameaça da Rússia, informa o jornal Estado de Minas.

EUA expulsam dois membros da missão de Cuba na ONU

EUA expulsam dois membros da missão de Cuba na ONU

O governo Donald Trump expulsou do país dois integrantes da missão permanente de Cuba na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com Washington, os cubanos foram expulsos por envolvimento em “atividades prejudiciais para a segurança nacional” dos Estados Unidos.

A decisão foi tomada às vésperas da abertura dos debates da Assembleia Geral da ONU, em 24 de setembro, em Nova Iorque.

Sem dar detalhes sobre a acusação feita aos cubanos ou se eles já deixaram o país, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Morgan Ortagus, declarou:

“Após dois membros da missão de Cuba na ONU terem se envolvido em atividades prejudiciais à segurança nacional dos EUA, pedimos a eles que deixem os EUA.”

E, segundo o jornal Gazeta do Povo, acrescentou:

“Membros da missão de Cuba na ONU também estão restritos a permanecer em Manhattan. Nós levamos a sério qualquer tentativa contra a segurança nacional dos EUA.”