Trump ameaça destruir economia da Turquia se país massacrar Curdos

Trump ameaça destruir economia da Turquia se país massacrar Curdos

O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou, nesta segunda-feira (7), “aniquilar” a economia da Turquia caso o país passe dos limites na Síria.

A declaração é um alerta à iminente operação militar do regime islâmico turco contra os Curdos vivendo em território sírio. Em uma tentativa de não se envolver no conflito, os Estados Unidos iniciaram a retirada de suas tropas do país.

“Como disse antes, e só para reiterar, se a Turquia fizer algo que eu, em minha grande e inigualável sabedoria, considero fora dos limites, destruirei e aniquilarei totalmente a economia da Turquia”, disse Trump pelo Twitter.

“Já fiz isso antes”, acrescentou o chefe da Casa Branca, em referência à queda da moeda nacional turca, que perdeu 25% do valor em agosto, quando os EUA pressionavam economicamente pela libertação do missionário Andrew Brunson, informa a agência EFE.

No fim de semana passado, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, advertiu que é “iminente” uma intervenção militar em território sírio contra as milícias curdo-sírias a leste do rio Eufrates.

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

EUA e aliados investigam origem da espionagem contra Trump

O procurador-geral Bill Barr entrou em contato com nações aliadas em busca de informações para a investigação que apura como o governo Barack Obama usou as agências de inteligência dos Estados Unidos para monitorar a campanha republicana de Donald Trump, em 2016.

O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) está realizando uma investigação sobre as origens da ação do procurador-especial Robert Mueller envolvendo a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016.

Trump sempre classificou a narrativa de que ele precisou de ajuda externa para derrotar Hillary Clinton como uma “caça às bruxas”.

Após mais de dois anos de investigação e de uma cobertura caótica da velha imprensa, Mueller não encontrou evidências de conluio entre o chefe da Casa Branca e o governo Vladimir Putin.

Foi com base neste cenário que o presidente dos EUA pediu ajuda ao primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison. Um movimento totalmente dentro da legalidade. Afinal, a investigação original do FBI sobre a interferência russa foi deflagrada com base em informações de funcionários australianos.

Segundo a revista Veja, um porta-voz do governo australiano confirmou o pedido de Trump, assinalando que a Austrália “está sempre pronta para cooperar com os esforços para esclarecer assuntos que estão sob investigação”.

O procurador-geral dos EUA também teria pedido ajuda à Itália para esclarecer a origem da investigação que abriu a possibilidade do governo Obama espionar um candidato rival em pleno período eleitoral.

Barr teria se reunido com funcionários de alto escalão do Estado italiano na última sexta-feira (27) e pedido auxílio no inquérito conduzido por John Durham, o procurador de Connecticut convocado a investigar se o FBI agiu dentro da lei ao coletar informações sobre a campanha do presidente em 2016, informa a revista ISTOÉ.

A viagem de Barr à Itália antecedeu uma visita oficial do chanceler norte-americano Mike Pompeo, que desembarcou em Roma nesta terça-feira (1º) e terá reuniões com o presidente Sergio Mattarella, o primeiro-ministro Giuseppe Conte e o chanceler Luigi Di Maio.

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

Maior fraude da política dos EUA, diz Trump sobre impeachment

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o pedido de impeachment do Partido Democrata com base no caso da Ucrânia é “maior fraude da história da política norte-americana”.

Diante do pedido de impeachment aberto pelos democratas, Trump postou uma mensagem de vídeo no Twitter para alertar seus apoiadores.

Em relação à oposição democrata, Trump declarou:

“Eles querem tirar suas armas, querem tirar seus cuidados de saúde, querem tirar seu voto, querem tirar sua liberdade.”

O líder dos Estados Unidos acrescentou:

“Nunca devemos deixar isso acontecer, porque nosso país está em risco como nunca antes.”

Confira o vídeo:

Ex-agente da CIA aponta suspeitas sobre denúncia contra Trump

Ex-agente da CIA aponta suspeitas sobre denúncia contra Trump

Fred Fleitz ocupou cargos na CIA, no DIA, no Departamento de Estado e na equipe do Comitê de Inteligência da Câmara. 

Ele escreveu um artigo no site New York Post, nesta quinta-feira (26), sobre a denúncia que levou o Partido Democrata a formalizar um inquérito de impeachment contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

RENOVA apresenta abaixo a tradução do texto intitulado “Ex-funcionário da CIA sobre denúncia: ‘Como isso pode ser uma questão de inteligência?’”.

Estou preocupado com a denúncia e me pergunto como um oficial de inteligência poderia enviá-la baseado em algo que um presidente disse a um líder estrangeiro. Como isso poderia ser uma questão de inteligência?

Parece-me provável que esse suposto denunciante está seguindo uma agenda política.

Conheço muito bem as transcrições das ligações telefônicas presidenciais desde que editei e processei dezenas delas quando trabalhei no NSC [Conselho de Segurança Nacional]. Eu também sei muito sobre denunciantes de inteligência do meu tempo na CIA.

Minhas suspeitas aumentaram esta manhã quando vi a denúncia desclassificada. Parece ter sido escrito por um professor de direito e inclui referências legais e notas de rodapé detalhadas. Também possui uma referência legalista incomum sobre como essa reclamação deve ser classificada.

Pela minha experiência, uma denúncia extremamente polida desse jeito é inédita. Parece que o denunciante teve ajuda externa para fazer este documento, possivelmente de membros ou funcionários do Congresso.

Além disso, parece mais que uma coincidência que essa queixa tenha surgido e tenha sido direcionada ao Comitê de Inteligência da Câmara logo após Adam Schiff (D-Califórnia), um oponente franco do presidente Trump, ter expressado inúmeras queixas em agosto de 2019 acusando o presidente Trump de abusar da ajuda à Ucrânia para ferir Joe Biden. Isso inclui um tuíte de 28 de agosto que lembra bastante esta denúncia.

Os republicanos da Câmara precisam perguntar ao denunciante sob juramento se ele falou à imprensa ou ao Congresso sobre sua queixa.

Também é muito preocupante para mim como a denúncia indica que oficiais de inteligência e possivelmente outros funcionários federais estão violando as regras que regem as ligações telefônicas presidenciais com líderes estrangeiros.

O conteúdo e as transcrições dessas chamadas são altamente confidenciais. O denunciante deixa claro em sua queixa que ele não ouviu a ligação em questão, nem leu a transcrição — ele foi informado da ligação por outras pessoas. Se for verdade, os oficiais de inteligência violaram gravemente as regras, bem como a confiança depositada neles para proteger essas informações confidenciais.

Recuso-me a acreditar que o vazamento, o momento e a apresentação desta denúncia sejam coincidências. Eu também não acho que o povo americano vai comprar isso.

Estou mais preocupado, no entanto, que este último exemplo de politização flagrante da inteligência por parte dos odiadores de Trump causará danos a longo prazo ao relacionamento entre a comunidade de inteligência e os presidentes dos EUA nos próximos anos.

Texto de Fred Fleitz no New York Post

Trump reforça presença militar dos EUA na Polônia

Trump reforça presença militar dos EUA na Polônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, na segunda-feira (23), o reforço da presença militar norte-americana na Polônia.

Em um encontro com o presidente polonês, Andrzej Duda, à margem da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, Trump afirmou:

“Vamos enviar soldados. [Os poloneses] vão construir instalações para nós que estou certo que serão ótimas e eles pagarão todos os gastos.”

Apesar do anúncio de reforço militar, Trump revelou poucos detalhes sobre o alcance do acordo de cooperação militar firmado pelos dois países.

O chefe da Casa Branca garantiu, no entanto, que a medida não responde a uma necessidade de contrabalancear uma suposta ameaça da Rússia, informa o jornal Estado de Minas.

EUA expulsam dois membros da missão de Cuba na ONU

EUA expulsam dois membros da missão de Cuba na ONU

O governo Donald Trump expulsou do país dois integrantes da missão permanente de Cuba na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com Washington, os cubanos foram expulsos por envolvimento em “atividades prejudiciais para a segurança nacional” dos Estados Unidos.

A decisão foi tomada às vésperas da abertura dos debates da Assembleia Geral da ONU, em 24 de setembro, em Nova Iorque.

Sem dar detalhes sobre a acusação feita aos cubanos ou se eles já deixaram o país, a porta-voz do Departamento de Estado americano, Morgan Ortagus, declarou:

“Após dois membros da missão de Cuba na ONU terem se envolvido em atividades prejudiciais à segurança nacional dos EUA, pedimos a eles que deixem os EUA.”

E, segundo o jornal Gazeta do Povo, acrescentou:

“Membros da missão de Cuba na ONU também estão restritos a permanecer em Manhattan. Nós levamos a sério qualquer tentativa contra a segurança nacional dos EUA.”

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

EUA prontos para responder a ataque contra Arábia Saudita, diz Trump

O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou, neste domingo (15), que os Estados Unidos estão preparados para responder ao ataque contra infraestruturas petroleiras na Arábia Saudita, que a Casa Branca atribui ao Irã.

É a primeira vez que Trump menciona uma resposta em potencial ao ataque do último sábado (13), que obrigou o reino a reduzir sua produção de petróleo pela metade.

Em seu perfil no Twitter, o presidente dos EUA declarou:

“O suprimento de petróleo da Arábia Saudita foi atacado. Há razões para acreditar que conhecemos o culpado, estamos prontos para atacar dependendo da verificação, mas estamos aguardando notícias do Reino [Saudita] sobre quem eles acreditam que foi a causa desse ataque e sob quais termos procederíamos!”

Os rebeldes xiitas huthis do Iêmen, apoiados pelo regime islâmico em Teerã, e que enfrentam há cinco anos uma coalizão militar liderada pelos sauditas, reivindicaram os ataques contra instalações petrolíferas.

No entanto, o chanceler dos EUA, Mike Pompeo, acusou diretamente o Irã, afirmando que não há provas de que o ataque tenha procedido do Iêmen, e acrescentou que Washington “trabalhará” com seus parceiros para garantir o abastecimento do mercado e “que o Irã preste contas de sua agressão”.

Trump confirma morte de filho e herdeiro de Osama bin Laden

Trump confirma morte de filho e herdeiro de Osama bin Laden

A Casa Branca confirmou, neste sábado, a morte do filho de Osama Bin Laden, Hamza Bin Laden, apontado como sucessor de seu pai na rede terrorista al-Qaeda. Ele foi abatido em uma operação de contraterrorismo realizda pelos Estados Unidos na região do Afeganistão/Paquistão”, disse o presidente americano, Donald Trump, em um comunicado.

“A perda de Hamza bin Ladin não apenas priva a Al-Qa’ida de importantes habilidades de liderança e a conexão simbólica com seu pai, mas prejudica importantes atividades operacionais do grupo”, diz o comunicado.

Hamza, que se acredita ter cerca de 30 anos, estava ao lado de seu pai no Afeganistão antes dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Ele também passou um tempo com seu pai no Paquistão após a invasão do Afeganistão liderada pelos EUA levar grande parte da liderança sênior da Al Qaeda para lá, de acordo com a Brookings Institution.

O Departamento de Estado dos EUA designou Hamza um terrorista global em 2017, depois que ele pediu atos de terrorismo nas capitais ocidentais e ameaçou se vingar dos Estados Unidos por matar seu pai.

Trump consegue US$ 3,6 bi para muro na fronteira EUA-México

Trump consegue US$ 3,6 bi para muro na fronteira EUA-México

O Pentágono anunciou, nesta terça-feira (3), que destinará US$ 3,6 bilhões para a construção de um trecho de 280 km do muro na fronteira entre Estados Unidos México.

A medida atende a um pedido direto do presidente norte-americano Donald Trump.

O porta-voz do Pentágono, Jonathan Hoffman, informou que para desbloquear esta verba, o departamento de Defesa decidiu “adiar” 127 projetos de construção e modernização de instalações militares nos EUA e no exterior previstos no orçamento para 2019, registra a revista ISTOÉ.

Em maio, o governo dos EUA havia destinado outros US$ 1,5 bilhão para a obra do muro.

Trump elogia esforços de Bolsonaro para conter fogo na Amazônia

Trump elogia esforços de Bolsonaro para conter fogo na Amazônia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre os incêndios na Amazônia na manhã desta terça-feira (27).

Em mensagem na rede social Twitter, Trump disse que passou a conhecer muito bem o presidente da República, Jair Bolsonaro, durante negociações recentes.

“Ele [Bolsonaro] está trabalhando duro nos incêndios na Amazônia e, em todos os aspectos, fazendo um ótimo trabalho para o povo do Brasil – Não é fácil”, escreveu Trump.

O chefe da Casa Branca finalizou dizendo que Bolsonaro e o Brasil “têm o apoio total e completo” dos Estados Unidos.