Bolsonaro destaca parceria com China para lançamento de satélite

Bolsonaro destaca parceria com China para lançamento de satélite

A China lançará o satélite CBERS-4A, desenvolvido em parceria com o Brasil, com o objetivo de fornecer imagens para monitorar o meio ambiente, entre outras aplicações.

O  lançamento, que está marcado para o dia 20 de dezembro, acontecerá a partir do Centro de Lançamento de Satélite de Taiyuan (TSL), no país asiático. 

O evento foi mencionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em uma publicação no Twitter, nesta segunda-feira (9).

“No próximo dia 20, serão lançados, da China, o satélite CBERS-4A, para monitoramentos diversos, e o nanossatélite Floripasat. Montado no INPE, com parte de tecnologia nacional, o CBERS-4A faz parte de um acordo de cooperação com a China desde 1988”, escreveu Bolsonaro.

“Já o Floripasat é um cubesat desenvolvido pela UFSC, como parte de suas atividades acadêmicas. O CLA continua em preparação para lançar satélites do Brasil, entre eles os brasileiros, de pequeno porte, a partir de 2021”, acrescentou o chefe do Executivo.

China pede fim da interferência dos EUA em Hong Kong

China pede fim da interferência dos EUA em Hong Kong

Um projeto de lei de apoio a direitos humanos e à democracia em Hong Kong tramita no Congresso dos Estados Unidos.

Caso entre em vigor, o projeto dará ao governo Donald Trump a capacidade de impor sanções contra autoridades da China que sejam consideradas responsáveis por minar liberdades básicas no território de Hong Kong.

Enquanto isso, o regime comunista em Pequim recomendou aos norte-americanos que atuem com cautela, alertando que a matéria coloca em risco as relações bilaterais.

Para entrar em vigor, o projeto de lei, que foi aprovado no mês passado por unanimidade na Câmara, precisa passar agora pelo Senado e ser sancionado pelo presidente Trump.

Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou que os EUA deveriam cessar imediatamente a tramitação da matéria e parar de apoiar “a atuação ilegal dos desordeiros de Hong Kong”. 

Além disso, ele pediu que os Estados Unidos deixem de usar a questão do território semiautônomo como recurso para interferir em assuntos internos da China, informa a agência EBC.

China já trabalha no desenvolvimento da tecnologia 6G

China já trabalha no desenvolvimento da tecnologia 6G

Apesar de o 5G ser uma tecnologia relativamente nova, que está presente em apenas alguns países do mundo, a China já está se adiantando, e informa que já trabalha no 6G.

O vice-ministro Wang Wei confirmou que a atual pesquisa para criação da tecnologia 6G ainda está em estágio inicial, mas que seu desenvolvimento já começou.

A informação foi confirmada por Wei durante uma reunião organizada pelo Comitê de Fundação Científica, informa o site Olhar Digital.

A declaração do vice-ministro pegou muitos de surpresa, já que, inicialmente, o desenvolvimento do 6G estava previsto para começar apenas em 2020.

Atualmente, o regime comunista da China é líder no desenvolvimento e implementação da tecnologia 5G.

China realiza exercícios militares em região disputada

China realiza exercícios militares em região disputada

Além de movimentar tropas para a fronteira com Hong Kong, o regime comunista em Pequim está realizando uma série de exercícios militares no disputado Mar da China Meridional.

De terça a quinta-feira (15), navios foram proibidos de circular perto das ilhas Paracel, que são ocupadas pela China, mas reivindicadas por Vietnã.

Nenhum detalhe do exercício militar foi dado, de acordo com o jornal South China Morning Post.

As tensões entre as duas nações aumentaram no mês passado, quando houve um confronto entre embarcações da guarda costeira de ambos os países.

Na ocasião, segundo o jornal Gazeta do Povo, um navio de pesquisa chinês entrou nas águas de uma região rica em petróleo chamada Vanguard Bank, a qual foi declarada pelo Vietnã como parte de sua zona econômica exclusiva.

Grupo hacker da China ameaça empresas do mundo dos games

Grupo hacker da China ameaça empresas do mundo dos games

Um grupo hacker da China está realizando uma série de ataques focados principalmente em empresas do mundo dos games.

Apesar de não revelarem os nomes das empresas atingidas, os especialistas da FireEye explicaram os métodos utilizados pelos criminosos, que usam ransomwares em ataques direcionados.

Por trás das ações está o grupo conhecido como Advanced Persistent Threat 41 (APT41, na sigla em inglês), também chamado de Barium ou Winnti em outros relatórios de segurança.

Os ataques da organização cibercriminosa seriam sempre segmentados, o que sugeriria a contratação por grupos específicos do mundo político ou industrial, por exemplo, para operações ligadas a eleições, roubo de propriedade intelectual ou prejudicar rivais.

Os ataques ligados aos games, entretanto, seriam uma forma de financiar operações próprias.

A empresa FireEye divulgou uma lista de softwares e certificados que já foram comprometidos pelo grupo hacker, para que os alvos possam se resguardar.

No entanto, como dá para imaginar, a divulgação pública das operações do grupo fará com que eles mudem a maneira de atuar, mas não as ações em si; portanto, todo cuidado é pouco para aqueles que estão na mira dos hackers, informa o site Canal Tech.


China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

A China criticou os Estados Unidos por romper o tratado com a Rússia para a eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

Em sessão da Conferência do Desarmamento em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira (6), o embaixador do país asiático Li Song declarou:

“A intenção é fazer com que o tratado não seja válido e assim buscar vantagens militares e estratégicas.”

O diplomata garantiu que Pequim, assim como os outros membros da comunidade internacional, está “profundamente preocupada” com o encerramento do acordo, informa a agência EFE.

Por outro lado, o embaixador da Rússia na conferência, Gennady Gatilov, acusou os norte-americanos de lançarem uma campanha para responsabilizar Moscou pelo fim do acordo de eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

EUA e Filipinas reforçam segurança em águas disputadas com a China

EUA e Filipinas reforçam segurança em águas disputadas com a China

As Filipinas e os Estados Unidos decidiram reforçar, nesta terça-feira (16), sua cooperação para garantir a “segurança mútua” e a “estabilidade regional” nas águas disputadas do Mar da China Meridional.

Em comunicado conjunto, segundo a agência EFE, os dois países afirmaram:

“Ambas partes reconheceram a importância de uma forte aliança Filipinas-EUA para melhorar a cooperação em segurança e promover a estabilidade regional e a prosperidade. Temos um mecanismo, o conselho sobre defesa mútua, no qual se debate sobre como fortalecer a relação bilateral em relação ao Tratado de Defesa Mútua.”

As duas nações são aliados tradicionais e contam com um Tratado de Defesa Mútua que data de 1951.

O acordo, no entanto, foi revisado para que não haja dúvidas sobre como proceder em caso de conflito no Mar da China Meridional, onde a China ocupou à força várias ilhotas que pertencem às Filipinas.

Os EUA, que planejam levar 60% da sua frota naval ao Pacífico, vê com estupor como a potência rival expandiu seu domínio nas águas do Mar da China Meridional, inclusive em áreas que são soberania das Filipinas, como o atol Scarborough ou parte das ilhas Spratly, reconhecidas como filipinas em uma sentença da Corte de Arbitragem da Haia.

Outros países da região, como Malásia, Vietnã, Brunei e Taiwan, também têm reivindicações de soberania nesse mar, onde nos últimos meses foram detectados mais de 500 navios chineses que agem como “uma milícia paramilitar com funções coercitivas e de vigilância”, segundo o Pentágono.


China lamenta produção de urânio enriquecido do Irã

China lamenta produção de urânio enriquecido do Irã

O regime comunista da China afirmou, nesta terça-feira (2), lamentar que o Irã tenha superado o limite de suas reservas de urânio enriquecido.

Teerã confirmou que rompeu o limite imposto no acordo de 2015 sobre seu programa nuclear, e acusou o governo dos Estados Unidos de ser a “fonte” das atuais tensões.

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, declarou:

“A China lamenta as medidas adotadas pelo Irã, mas, ao mesmo tempo, enfatizamos em muitas ocasiões que a pressão máxima dos Estados Unidos é a causa das tensões atuais.”

E, segundo a agência AFP, acrescentou:

“Pedimos a todas as partes que observem a situação em uma perspectiva global de longo prazo, atuem com moderação e façam cumprir (o acordo), para evitar uma nova escalada.”


Mourão diz que Brasil e China vão aprofundar laços comerciais

Mourão diz que Brasil e China vão aprofundar laços comerciais

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, durante reunião de coordenação com a delegação brasileira para a V Comissão Sino-brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), em Pequim, China.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que o Brasil conseguiu passar sua mensagem à Chinasobre a importância do aprofundamento dos laços comerciais entre os dois países.

Mourão disse que os dois países concordaram em reforçar intercâmbios e cooperação em vários campos, promover a facilitação do comércio, otimizar a estrutura comercial e promover o crescimento da alta qualidade do comércio bilateral.

Em entrevista à agência EBC, Mourão declarou:

“A viagem tinha dois objetivos primordiais: o primeiro era passar a mensagem do governo brasileiro ao governo chinês da nossa firme vontade de aprofundar o relacionamento entre os dois países e isso foi obtido de forma muito contundente.”

E acrescentou:

“A outra seria fazer uma nova leitura da Cosban que estava parada e, ao realizar essa reunião com menos de seis meses de governo, nós mostramos ao governo chinês a disposição do governo brasileiro de manter a comissão como um mecanismo de mais alto nível de ligação entre os dois países.”

Durante a sua viagem à China, Mourão retomou as reuniões da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), ao lado do vice-presidente chinês, Wang Qishan, em Pequim.

A comissão, instituída em 2004 e parada desde 2015, é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre o Brasil e a China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países.


Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19), em entrevista à rede de TV Fox News, que a China pretende se tornar a maior economia do mundo, mas que isso não vai acontecer enquanto ele estiver no poder.

Os EUA e a China estão em uma escalada de protecionismo econômico. Os americanos elevaram tarifas de importação de 5.000 produtos chineses, e Pequim retaliou com uma taxa em cerca de 2.500 itens americanos.

Para Trump, essa é parte de uma estratégia da China para se tornar a maior economia do mundo.

“Acredito que essa seja a intenção deles. Eles são ótimas pessoas, têm uma cultura incrível. Eu gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas ele está do lado da China e eu estou do nosso lado”, afirmou em ao apresentador Steve Hilton, na Fox News.

A entrevista foi gravada na semana passada na Casa Branca, mas exibida no domingo (19).

Trump acusou seus antecessores de serem fracos demais com a China. “Com eles, nunca tiramos 10 centavos da China. Não culpo os chineses, mas todos os nossos presidentes, e não só Obama. Eles deixaram isso acontecer”, disse o presidente norte-americano.

“Estou muito feliz, pois a China não está tão bem quanto nós [na economia]. Se Hillary Clinton tivesse virado presidente, a China hoje seria uma economia maior do que a nossa.” – Donald Trump

O presidente disse, ainda, que muitas empresas estão saindo da China e se mudando para outros países asiáticos, como o Vietnã, por causa das tarifas impostas pelos Estados Unidos.

“É a maior realocação da atualidade. E você vai ver muitas empresas americanas fazendo mais produtos nos Estados Unidos. Podem até comprar da China, mas tiraremos deles com tarifas. Isso não é tão ruim. Mas vou tirar deles e dar para os nossos agricultores.”

Ele acrescentou que nenhum acordo com a China chegará a “50%” para cada um. “Tínhamos um acordo muito forte, tínhamos um bom acordo, mas eles mudaram [o acordo]. Então eu disse, OK, vamos tarifar os produtos deles”, contou.

G1