China realiza exercícios militares em região disputada

China realiza exercícios militares em região disputada

Além de movimentar tropas para a fronteira com Hong Kong, o regime comunista em Pequim está realizando uma série de exercícios militares no disputado Mar da China Meridional.

De terça a quinta-feira (15), navios foram proibidos de circular perto das ilhas Paracel, que são ocupadas pela China, mas reivindicadas por Vietnã.

Nenhum detalhe do exercício militar foi dado, de acordo com o jornal South China Morning Post.

As tensões entre as duas nações aumentaram no mês passado, quando houve um confronto entre embarcações da guarda costeira de ambos os países.

Na ocasião, segundo o jornal Gazeta do Povo, um navio de pesquisa chinês entrou nas águas de uma região rica em petróleo chamada Vanguard Bank, a qual foi declarada pelo Vietnã como parte de sua zona econômica exclusiva.

Grupo hacker da China ameaça empresas do mundo dos games

Grupo hacker da China ameaça empresas do mundo dos games

Um grupo hacker da China está realizando uma série de ataques focados principalmente em empresas do mundo dos games.

Apesar de não revelarem os nomes das empresas atingidas, os especialistas da FireEye explicaram os métodos utilizados pelos criminosos, que usam ransomwares em ataques direcionados.

Por trás das ações está o grupo conhecido como Advanced Persistent Threat 41 (APT41, na sigla em inglês), também chamado de Barium ou Winnti em outros relatórios de segurança.

Os ataques da organização cibercriminosa seriam sempre segmentados, o que sugeriria a contratação por grupos específicos do mundo político ou industrial, por exemplo, para operações ligadas a eleições, roubo de propriedade intelectual ou prejudicar rivais.

Os ataques ligados aos games, entretanto, seriam uma forma de financiar operações próprias.

A empresa FireEye divulgou uma lista de softwares e certificados que já foram comprometidos pelo grupo hacker, para que os alvos possam se resguardar.

No entanto, como dá para imaginar, a divulgação pública das operações do grupo fará com que eles mudem a maneira de atuar, mas não as ações em si; portanto, todo cuidado é pouco para aqueles que estão na mira dos hackers, informa o site Canal Tech.


China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

A China criticou os Estados Unidos por romper o tratado com a Rússia para a eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

Em sessão da Conferência do Desarmamento em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira (6), o embaixador do país asiático Li Song declarou:

“A intenção é fazer com que o tratado não seja válido e assim buscar vantagens militares e estratégicas.”

O diplomata garantiu que Pequim, assim como os outros membros da comunidade internacional, está “profundamente preocupada” com o encerramento do acordo, informa a agência EFE.

Por outro lado, o embaixador da Rússia na conferência, Gennady Gatilov, acusou os norte-americanos de lançarem uma campanha para responsabilizar Moscou pelo fim do acordo de eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

EUA e Filipinas reforçam segurança em águas disputadas com a China

EUA e Filipinas reforçam segurança em águas disputadas com a China

As Filipinas e os Estados Unidos decidiram reforçar, nesta terça-feira (16), sua cooperação para garantir a “segurança mútua” e a “estabilidade regional” nas águas disputadas do Mar da China Meridional.

Em comunicado conjunto, segundo a agência EFE, os dois países afirmaram:

“Ambas partes reconheceram a importância de uma forte aliança Filipinas-EUA para melhorar a cooperação em segurança e promover a estabilidade regional e a prosperidade. Temos um mecanismo, o conselho sobre defesa mútua, no qual se debate sobre como fortalecer a relação bilateral em relação ao Tratado de Defesa Mútua.”

As duas nações são aliados tradicionais e contam com um Tratado de Defesa Mútua que data de 1951.

O acordo, no entanto, foi revisado para que não haja dúvidas sobre como proceder em caso de conflito no Mar da China Meridional, onde a China ocupou à força várias ilhotas que pertencem às Filipinas.

Os EUA, que planejam levar 60% da sua frota naval ao Pacífico, vê com estupor como a potência rival expandiu seu domínio nas águas do Mar da China Meridional, inclusive em áreas que são soberania das Filipinas, como o atol Scarborough ou parte das ilhas Spratly, reconhecidas como filipinas em uma sentença da Corte de Arbitragem da Haia.

Outros países da região, como Malásia, Vietnã, Brunei e Taiwan, também têm reivindicações de soberania nesse mar, onde nos últimos meses foram detectados mais de 500 navios chineses que agem como “uma milícia paramilitar com funções coercitivas e de vigilância”, segundo o Pentágono.


China lamenta produção de urânio enriquecido do Irã

China lamenta produção de urânio enriquecido do Irã

O regime comunista da China afirmou, nesta terça-feira (2), lamentar que o Irã tenha superado o limite de suas reservas de urânio enriquecido.

Teerã confirmou que rompeu o limite imposto no acordo de 2015 sobre seu programa nuclear, e acusou o governo dos Estados Unidos de ser a “fonte” das atuais tensões.

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, declarou:

“A China lamenta as medidas adotadas pelo Irã, mas, ao mesmo tempo, enfatizamos em muitas ocasiões que a pressão máxima dos Estados Unidos é a causa das tensões atuais.”

E, segundo a agência AFP, acrescentou:

“Pedimos a todas as partes que observem a situação em uma perspectiva global de longo prazo, atuem com moderação e façam cumprir (o acordo), para evitar uma nova escalada.”


Mourão diz que Brasil e China vão aprofundar laços comerciais

Mourão diz que Brasil e China vão aprofundar laços comerciais

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, durante reunião de coordenação com a delegação brasileira para a V Comissão Sino-brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), em Pequim, China.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que o Brasil conseguiu passar sua mensagem à Chinasobre a importância do aprofundamento dos laços comerciais entre os dois países.

Mourão disse que os dois países concordaram em reforçar intercâmbios e cooperação em vários campos, promover a facilitação do comércio, otimizar a estrutura comercial e promover o crescimento da alta qualidade do comércio bilateral.

Em entrevista à agência EBC, Mourão declarou:

“A viagem tinha dois objetivos primordiais: o primeiro era passar a mensagem do governo brasileiro ao governo chinês da nossa firme vontade de aprofundar o relacionamento entre os dois países e isso foi obtido de forma muito contundente.”

E acrescentou:

“A outra seria fazer uma nova leitura da Cosban que estava parada e, ao realizar essa reunião com menos de seis meses de governo, nós mostramos ao governo chinês a disposição do governo brasileiro de manter a comissão como um mecanismo de mais alto nível de ligação entre os dois países.”

Durante a sua viagem à China, Mourão retomou as reuniões da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), ao lado do vice-presidente chinês, Wang Qishan, em Pequim.

A comissão, instituída em 2004 e parada desde 2015, é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre o Brasil e a China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países.


Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19), em entrevista à rede de TV Fox News, que a China pretende se tornar a maior economia do mundo, mas que isso não vai acontecer enquanto ele estiver no poder.

Os EUA e a China estão em uma escalada de protecionismo econômico. Os americanos elevaram tarifas de importação de 5.000 produtos chineses, e Pequim retaliou com uma taxa em cerca de 2.500 itens americanos.

Para Trump, essa é parte de uma estratégia da China para se tornar a maior economia do mundo.

“Acredito que essa seja a intenção deles. Eles são ótimas pessoas, têm uma cultura incrível. Eu gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas ele está do lado da China e eu estou do nosso lado”, afirmou em ao apresentador Steve Hilton, na Fox News.

A entrevista foi gravada na semana passada na Casa Branca, mas exibida no domingo (19).

Trump acusou seus antecessores de serem fracos demais com a China. “Com eles, nunca tiramos 10 centavos da China. Não culpo os chineses, mas todos os nossos presidentes, e não só Obama. Eles deixaram isso acontecer”, disse o presidente norte-americano.

“Estou muito feliz, pois a China não está tão bem quanto nós [na economia]. Se Hillary Clinton tivesse virado presidente, a China hoje seria uma economia maior do que a nossa.” – Donald Trump

O presidente disse, ainda, que muitas empresas estão saindo da China e se mudando para outros países asiáticos, como o Vietnã, por causa das tarifas impostas pelos Estados Unidos.

“É a maior realocação da atualidade. E você vai ver muitas empresas americanas fazendo mais produtos nos Estados Unidos. Podem até comprar da China, mas tiraremos deles com tarifas. Isso não é tão ruim. Mas vou tirar deles e dar para os nossos agricultores.”

Ele acrescentou que nenhum acordo com a China chegará a “50%” para cada um. “Tínhamos um acordo muito forte, tínhamos um bom acordo, mas eles mudaram [o acordo]. Então eu disse, OK, vamos tarifar os produtos deles”, contou.

G1

Vice-presidente Mourão quer fortalecer cooperação com a China

Vice-presidente Mourão quer fortalecer cooperação com a China

O vice presidente da Republica, Hamilton Mourão,dá entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, em Brasília.

Em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, falou sobre temas como relações internacionais, reforma da Previdência e desenvolvimento da economia. O vice-presidente destacou que o Brasil pode fortalecer o comércio internacional a partir da disputa entre China e Estados Unidos. Mourão embarca nesta semana para o país asiático, onde participa da quinta edição da reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), no dia 23 de maio, em Pequim. Ele também será recebido pelo presidente chinês Xi Jinping.

“O Brasil tem que saber aproveitar o melhor nesse momento. Tem que se posicionar. Temos ligação com os Estados Unidos da origem da nossa independência [em 1822]. Os Estados Unidos foram os primeiros a nos reconhecer, sempre foram o campeão da democracia e defensor da liberdade. E o nosso governo, o governo do presidente Bolsonaro, tem um foco e uma colocação muito clara em relação a essas políticas que a democracia americana representa. Por outro lado, temos que ter o pragmatismo suficiente para entender a importância da China para o desenvolvimento econômico do Brasil.”

Durante a entrevista, o vice-presidente lembrou que a China passa por dificuldade no âmbito da segurança alimentar por causa da peste suína africana, vírus que tem dizimado o rebanho de porcos no território chinês. Como consequência, destacou o vice-presidente, o gigante asiático precisa importar proteína animal para alimentar uma população de 1,4 bilhão de pessoas. “O Brasil tem capacidade extraordinária de produção de alimentos. Então essa estratégia é que nós temos que traçar em ter essa aproximação com o mercado chinês.”

Cosban

Instituída em 2004, a Cosban é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre Brasil e China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países. Segundo Mourão, a ideia é resgatar e reorganizar a Cosban para fortalecer a cooperação econômica. O vice-presidente informou que a reunião também vai servir como preparativo para a viagem do presidente Jair Bolsonaro à China no segundo semestre, provavelmente em outubro.

“Vamos procurar dar uma mensagem política ao governo chinês e, ao mesmo tempo, nosso posicionamento em relação à iniciativa Belt and Road (Cinturão e Rota), uma nova plataforma que o governo chinês, ao longo dos últimos cinco anos, vem buscando colocar no comércio mundial”, afirmou.

A iniciativa “Um Cinturão, uma Rota” (One Belt, One Road), também chamada de A Nova Rota da Seda, foi lançada em 2013 pelo presidente chinês Xi Jinping e visa promover acordos de cooperação para desenvolver projetos de infraestrutura, comércio e cooperação econômica na comunidade internacional.

Segundo Mourão, o Brasil, além de querer diversificar a exportação de produtos de maior valor agregado, pretende atrair investimentos de qualidade em projetos de infraestrutura para portos, ferrovias, rodovias e em energia renovável, como eólica e fotovoltaica.

No encontro com Xi Jinping, Mourão vai entregar uma carta do presidente Jair Bolsonaro ao presidente chinês. “No segundo semestre, o presidente estará na China e acreditamos que, no primeiro semestre do ano que vem, o presidente chinês venha ao Brasil.”

A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial e uma das principais fontes de investimento externo no Brasil. As exportações do Brasil para o gigante asiático em 2018 superaram US$ 64 bilhões e as importações, US$ 34 bilhões. Com esse resultado, a corrente de comércio bilateral chegou a US$ 98,9 bilhões.

Os principais produtos brasileiros exportados são soja triturada, óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e seus concentrados, celulose e carne bovina. No ano passado, os destaques na importação foram plataformas de perfuração ou de exploração, dragas, produtos manufaturados, como circuitos impressos e outras partes de aparelhos de telefonia.

Reforma da Previdência

Na entrevista, Mourão também comentou sobre a proposta da reforma da Previdência que está sendo analisada em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. Segundo ele, o modelo de sistema previdenciário estabelecido na Constituição de 1988 se esgotou. “Ele se esgotou porque estamos vivendo mais e nosso orçamento não comporta essa quantidade de recursos que estamos despendendo hoje.”

E acrescentou: “Da forma como está colocado o sistema previdenciário hoje é uma pirâmide financeira. Quem chega primeiro recebe e os últimos não vão receber.”

Agência Brasil

China reage a Trump e aumenta tarifas sobre produtos dos EUA

China reage a Trump e aumenta tarifas sobre produtos dos EUA

Em resposta à mais recente taxação sobre produtos chineses anunciada pelos Estados Unidos (EUA), a  China afirmou ontem (13) que vai aumentar de 5% para 25% as tarifas sobre mais de 5 mil produtos americanos com valor equivalente a 60 bilhões de dólares e que vão de baterias a espinafre e café.

A medida, que deve entrar em vigor em 1º de junho, agrava a guerra comercial entre os dois países. Uma tarifa adicional de 25% será imposta sobre mais de 2.400 produtos, incluindo gás natural liquefeito, e outra de 20% sobre cerca de mil produtos, afirmou o Ministério das Finanças chinês.

“O ajuste feito pela China em tarifas adicionais é um a resposta ao unilateralismo e protecionismo dos EUA. A China espera que os EUA voltem para o caminho correto do comércio bilateral”, disse o ministério.

O porta-voz do Ministério do Exterior chinês, Geng Shuang, afirmou que “a China jamais se renderá a pressão externa”.

Na última sexta-feira, o presidente americano, Donald Trump, elevou para 25% as taxas alfandegárias sobre o equivalente a 200 bilhões de dólares de bens importados da China, atingindo mais de 5 mil itens. Trump argumentou que Pequim recuou em relação a compromissos alcançados em meses de negociações.

O presidente americano alertou via Twitter seu homólogo chinês, Xi Jinping, de que a China “será fortemente ferida” se não aceitar um novo acordo comercial. Pequim tinha “um grande acordo, quase completo e recuou”, escreveu.  “A China não deveria retaliar ou só ficará pior.”

O presidente insistiu que as tarifas impostas pelos EUA a milhares de produtos chineses não prejudicam os consumidores americanos. O assessor econômico da Casa Branca Larry Kudlow contradisse o presidente ao afirmar que tanto consumidores quanto empresas dos EUA arcam com as tarifas. “Ambos os lados vão pagar”, disse à emissora Fox News.

Na última sexta-feira, o governo chinês já havia prometido adotar “contramedidas necessárias” em resposta à escalada do conflito comercial provocada por Trump. O cenário de incerteza provocou queda em ações mundo afora nesta segunda.

As novas tarifas devem prejudicar exportadores de ambos os países, assim como empresas europeias e asiáticas que comercializam produtos entre os EUA e a China ou fornecem componente e matérias-primas para que os bens sejam fabricados.

Agência Brasil

Xiaomi dá novos indícios de que prepara volta oficial ao Brasil

Xiaomi dá novos indícios de que prepara volta oficial ao Brasil

Seguindo os passos de sua compatriota Huawei, que após 4 anos fora do Brasil decidiu voltar a vender seus aparelhos top de linha aqui no país, a Xiaomi pode estar ensaiando um retorno às terras tupiniquins. Há um mês, a empresa já tinha reativado sua conta brasileira oficial no Twitter e agora tem publicado mensagens na rede social que dão a entender que podem voltar com tudo no mercado brasileiro.

Os mais recentes tweets da marca mostram alguns produtos, como Mi Robot Vacuum, o aspirador de pó inteligente da Xiaomi, e o Mi Laser Projector, um projetor de imagens de até 150 polegadas. Tudo isso no bom e velho português e promovendo hashtags como #XiaomiBrasil e #ecossistemaMi. Isso dá a entender que a marca tem intenção de trazer mais coisas novas para o Brasil, incluindo uma série de dispositivos que conversem por meio da Internet das Coisas.

Uma dessas postagens no Twitter deixou a ideia ainda mais clara: o perfil pediu para que seus seguidores contassem quais produtos do ecossistema Mi gostariam que fossem trazidos para o Brasil. Outra publicação replicou uma suposta pergunta de um seguidor: “Se voltarem, poderemos contar com lojas físicas Xiaomi?”. A resposta foi bem vaga, mas só o fato dela ter sido publicada já deixa a gente cheio de esperança.

Não há nenhum tipo de confirmação oficial sobre o retorno de fato da marca para o Brasil, nem que poderemos ter lojas físicas da Xiaomi no país, mas toda essa movimentação certamente nos deixa em estado de alerta.

Tecmundo