China entende que crise do coronavírus pode gerar confronto com EUA

China entende que crise do coronavírus pode gerar confronto com EUA

Um relatório interno da China informa que o regime comunista enfrenta uma onda crescente de hostilidade em meio à pandemia de coronavírus.

Este clima hostil pode levar as relações com os Estados Unidosa um estágio de confronto, disseram fontes à agência Reuters.

O relatório foi apresentado no início do mês passado pelo Ministério da Segurança do Estado aos principais líderes do Partido Comunista Chinês, incluindo o mandatário Xi Jinping.

O documento concluiu que o sentimento global contra o regime comunista está em seu nível mais alto desde a repressão de 1989 na Praça da Paz Celestial.

Como resultado do cenário atual, Pequim enfrenta uma onda de sentimento anti-China liderada pelo governo Donald Trump.

Ainda de acordo com o texto, no pior cenário possível, a China precisa estar preparada para um confronto armado entre as duas potências globais.

“Não tenho informações relevantes”, disse o gabinete do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China em resposta aos questionamentos da Reuters sobre o relatório.

China é uma ameaça à saúde global, diz senador dos EUA

China é uma ameaça à saúde global, diz senador dos EUA

O senador republicano Ted Cruz, do Texas, pediu, nesta quarta-feira (15), que a China seja responsabilizada por sua atuação durante a pandemia de coronavírus.

Cruz disse que o Covid-19 poderia ter sido contido como um “surto regional” se o regime comunista de Pequim tivesse agido prontamente.

Em entrevista à emissora Fox News, Cruz declarou:

“A China tem sido a ameaça geopolítica mais significativa enfrentada pelos Estados Unidos. Nós sempre consideramos uma ofensa aos direitos humanos quando eles censuram e silenciam a liberdade de expressão.”

O senador acrescentou:

“Vimos agora que não é apenas uma ameaça aos direitos humanos, mas também à segurança nacional e à saúde global quando se trata deste surto de Wuhan.”

Mencionando a censura aplicada pelo regime de Xi Jinping para controlar as informações sobre o surto, o político do Partido Republicano completou:

“Quando médicos corajosos denunciaram [o surto], o governo chinês os atacou. Eles os silenciaram. Eles fizeram todo o possível para mantê-los quietos.”

Bolsonaro preocupado com omissão de dados sobre coronavírus

Bolsonaro preocupado com omissão de dados sobre coronavírus

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou, nesta terça-feira (28), que está preocupado com o surto de coronavírus na China.

Em conversa com a imprensa na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília, Bolsonaro declarou:

“A OMS está dando em um grau máximo a questão da possibilidade desse vírus se espalhar pelo mundo. Isso já aconteceu na questão do H1N1 e outros momentos da história. Temos que ficar preocupados. Vou agora de manhã atrás do Mandetta para tomar pé de fato do que está acontecendo até o momento.”

E acrescentou:

“A gente espera que os dados da China sejam reais. Que seja só isso de pessoas contaminadas. Se bem que é bastante. Mas a gente sabe que esses países são mais fechados no tocante a informações.”

Coronavírus na China: 300 infectados e 6 mortos

Coronavírus na China: 300 infectados e 6 mortos

Um novo tipo de coronavírus já deixou 6 mortos na cidade de Wuhan, na China, e se propaga para outras metrópoles do território, assim como para outros países da Ásia.

O prefeito da cidade de Wuahn, Zhou Xianwang, confirmou, nesta terça-feira (21), o balanço atual de seis mortos. 

Ao todo, 258 pessoas foram contaminadas pelo coronavírus apenas nesta cidade, das quais 227 continuam em tratamento.

Além disso, 922 pessoas estão em observação por suspeita de infecção por este vírus da família da Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS), informa o jornal Correio Braziliense.

Mais de um mês após seu surgimento em um mercado na cidade de Wuhan, foram relatados casos em quatro outros países asiáticos: JapãoCoreia do SulTaiwan Tailândia.

Bolsonaro destaca parceria com China para lançamento de satélite

Bolsonaro destaca parceria com China para lançamento de satélite

A China lançará o satélite CBERS-4A, desenvolvido em parceria com o Brasil, com o objetivo de fornecer imagens para monitorar o meio ambiente, entre outras aplicações.

O  lançamento, que está marcado para o dia 20 de dezembro, acontecerá a partir do Centro de Lançamento de Satélite de Taiyuan (TSL), no país asiático. 

O evento foi mencionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, em uma publicação no Twitter, nesta segunda-feira (9).

“No próximo dia 20, serão lançados, da China, o satélite CBERS-4A, para monitoramentos diversos, e o nanossatélite Floripasat. Montado no INPE, com parte de tecnologia nacional, o CBERS-4A faz parte de um acordo de cooperação com a China desde 1988”, escreveu Bolsonaro.

“Já o Floripasat é um cubesat desenvolvido pela UFSC, como parte de suas atividades acadêmicas. O CLA continua em preparação para lançar satélites do Brasil, entre eles os brasileiros, de pequeno porte, a partir de 2021”, acrescentou o chefe do Executivo.

China pede fim da interferência dos EUA em Hong Kong

China pede fim da interferência dos EUA em Hong Kong

Um projeto de lei de apoio a direitos humanos e à democracia em Hong Kong tramita no Congresso dos Estados Unidos.

Caso entre em vigor, o projeto dará ao governo Donald Trump a capacidade de impor sanções contra autoridades da China que sejam consideradas responsáveis por minar liberdades básicas no território de Hong Kong.

Enquanto isso, o regime comunista em Pequim recomendou aos norte-americanos que atuem com cautela, alertando que a matéria coloca em risco as relações bilaterais.

Para entrar em vigor, o projeto de lei, que foi aprovado no mês passado por unanimidade na Câmara, precisa passar agora pelo Senado e ser sancionado pelo presidente Trump.

Geng Shuang, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou que os EUA deveriam cessar imediatamente a tramitação da matéria e parar de apoiar “a atuação ilegal dos desordeiros de Hong Kong”. 

Além disso, ele pediu que os Estados Unidos deixem de usar a questão do território semiautônomo como recurso para interferir em assuntos internos da China, informa a agência EBC.

China já trabalha no desenvolvimento da tecnologia 6G

China já trabalha no desenvolvimento da tecnologia 6G

Apesar de o 5G ser uma tecnologia relativamente nova, que está presente em apenas alguns países do mundo, a China já está se adiantando, e informa que já trabalha no 6G.

O vice-ministro Wang Wei confirmou que a atual pesquisa para criação da tecnologia 6G ainda está em estágio inicial, mas que seu desenvolvimento já começou.

A informação foi confirmada por Wei durante uma reunião organizada pelo Comitê de Fundação Científica, informa o site Olhar Digital.

A declaração do vice-ministro pegou muitos de surpresa, já que, inicialmente, o desenvolvimento do 6G estava previsto para começar apenas em 2020.

Atualmente, o regime comunista da China é líder no desenvolvimento e implementação da tecnologia 5G.

China realiza exercícios militares em região disputada

China realiza exercícios militares em região disputada

Além de movimentar tropas para a fronteira com Hong Kong, o regime comunista em Pequim está realizando uma série de exercícios militares no disputado Mar da China Meridional.

De terça a quinta-feira (15), navios foram proibidos de circular perto das ilhas Paracel, que são ocupadas pela China, mas reivindicadas por Vietnã.

Nenhum detalhe do exercício militar foi dado, de acordo com o jornal South China Morning Post.

As tensões entre as duas nações aumentaram no mês passado, quando houve um confronto entre embarcações da guarda costeira de ambos os países.

Na ocasião, segundo o jornal Gazeta do Povo, um navio de pesquisa chinês entrou nas águas de uma região rica em petróleo chamada Vanguard Bank, a qual foi declarada pelo Vietnã como parte de sua zona econômica exclusiva.

Grupo hacker da China ameaça empresas do mundo dos games

Grupo hacker da China ameaça empresas do mundo dos games

Um grupo hacker da China está realizando uma série de ataques focados principalmente em empresas do mundo dos games.

Apesar de não revelarem os nomes das empresas atingidas, os especialistas da FireEye explicaram os métodos utilizados pelos criminosos, que usam ransomwares em ataques direcionados.

Por trás das ações está o grupo conhecido como Advanced Persistent Threat 41 (APT41, na sigla em inglês), também chamado de Barium ou Winnti em outros relatórios de segurança.

Os ataques da organização cibercriminosa seriam sempre segmentados, o que sugeriria a contratação por grupos específicos do mundo político ou industrial, por exemplo, para operações ligadas a eleições, roubo de propriedade intelectual ou prejudicar rivais.

Os ataques ligados aos games, entretanto, seriam uma forma de financiar operações próprias.

A empresa FireEye divulgou uma lista de softwares e certificados que já foram comprometidos pelo grupo hacker, para que os alvos possam se resguardar.

No entanto, como dá para imaginar, a divulgação pública das operações do grupo fará com que eles mudem a maneira de atuar, mas não as ações em si; portanto, todo cuidado é pouco para aqueles que estão na mira dos hackers, informa o site Canal Tech.


China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

China critica EUA por abandonar tratado nuclear com a Rússia

A China criticou os Estados Unidos por romper o tratado com a Rússia para a eliminação de mísseis de curto e médio alcances.

Em sessão da Conferência do Desarmamento em Genebra, na Suíça, nesta terça-feira (6), o embaixador do país asiático Li Song declarou:

“A intenção é fazer com que o tratado não seja válido e assim buscar vantagens militares e estratégicas.”

O diplomata garantiu que Pequim, assim como os outros membros da comunidade internacional, está “profundamente preocupada” com o encerramento do acordo, informa a agência EFE.

Por outro lado, o embaixador da Rússia na conferência, Gennady Gatilov, acusou os norte-americanos de lançarem uma campanha para responsabilizar Moscou pelo fim do acordo de eliminação de mísseis de curto e médio alcances.