WhatsApp desativa contas do PT por disparos em massa

WhatsApp desativa contas do PT por disparos em massa

O aplicativo de mensagens WhatsApp desativou nove contas do Partido dos Trabalhadores (PT) por disparos em massa e denúncias de spam político.

De acordo com informações da própria sigla, as contas foram tiradas do ar no dia 25 de junho, mas quatro delas já foram reativadas.

Em conversa com o portal UOL, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou:

“Não dá para a gente afirmar que seja uma represália, mas com certeza o Facebook tem lado, um posicionamento político e um posicionamento em relação ao PL [projeto de lei das fake news, apoiado pelo PT]. Não devem estar contentes com ele.”

Gleisi acrescentou:

“O bloqueio desses canais ocorreu justamente dias depois que iniciamos o abaixo-assinado pelo impeachment, com muitos apoiadores e entidades.”

Padre é repreendido após chamar Bolsonaro de ‘bandido’ em missa

Padre é repreendido após chamar Bolsonaro de ‘bandido’ em missa

O padre Edson Adélio Tagliaferro, de igreja localizada na cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo, atacou duramente o presidente da República, Jair Bolsonaro, durante a transmissão de uma missa pela internet.

“Quem votou nele deveria se confessar, pedir perdão a Deus pelo pecado que cometer, porque elegeu bandido para a Presidência”, disparou Tagliaferro. O vídeo viralizou nas redes sociais.

O conhecido Padre Zezinho, 79 anos, é considerado o precursor do fenômeno dos padres comunicadores no Brasil.

Sem citar nomes, o sacerdote repreendeu a atitude do colega:

“Padre deve trabalhar para a unidade, mesmo que seu coração seja de direita ou de esquerda ou de centro. A prudência no altar e no púlpito exige dele que anuncie ou denuncie, sem causar rupturas e ódio entre fiéis.”

E acrescentou:

“O púlpito é da Igreja, não do padre. Se tem pretensões políticas, peça licença e siga seu coração direitista ou esquerdista ou centrista. Mas não use o púlpito para dividir o povo católico.”

Coari e Parintins citados nos investimentos do governo neste ano

Coari e Parintins citados nos investimentos do governo neste ano

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A entrega dos os portos de pequeno porte em Parintins e Coari, no Amazonas foram citados nos investimento feitos pelo Ministério da Infraestrutura, do Governo Federal esse ano.

Em suma, a pasta comandada pelo ministro Tarcísio Freitas concluiu 39 entregas no 1º semestre do ano, sendo 36 obras inauguradas no período. Sobretudo, isso representa R$ 3,5 bilhões. O balanço foi apresentado nesta quinta-feira (2).

Em apresentação por videoconferência, Tarcísio de Freitas ressaltou que a pasta mostrou resultados positivos. Este, portanto, mesmo no período de pandemia de covid-19. Portanto, das 36 inaugurações de obras feitas, 23 se deram de março a junho. “Mesmo com a pandemia o planejamento se manteve firme”, disse o ministro.

Tarcísio afirmou que o mais importante foi a manutenção e o funcionamento da logística do abastecimento no país. “O presidente [Jair Bolsonaro] nos orientou a garantir sobretudo a logística. Talvez tenha que ser uma das grandes vitórias do período. Vitória silenciosa, mas bastante importante”, declarou.

Planos do 2º semestre

O ministro também traçou os planos para o 2º semestre de 2020. Ele afirmou que espera entregar 33 obras e realizar 14 leilões: 3 de concessões e 11 arrendamentos portuários. Outras 2 renovações de concessão de ferrovias devem ser finalizadas de julho a dezembro.

A pasta trabalha para publicar mais 16 editais de ativos de infraestrutura prontos para irem a leilão, segundo ele.

Leia mais em Poder 360

STF prorroga investigação sobre suposta interferência de Bolsonaro na PF

STF prorroga investigação sobre suposta interferência de Bolsonaro na PF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, prorrogou por mais 30 dias o inquérito que apura as acusações do ex-ministro da Sérgio Moro sobre supostas “interferências políticas” do presidente da República, Jair Bolsonaro, na Polícia Federal (PF).

Esta é a segunda vez que o decano da Corte amplia o prazo das apurações. 

Em despacho, Celso esclarece que a nova concessão atende o pedido da PF para a realização de diligências ainda pendentes.

“Concedo, por mais 30 (trinta) dias, a dilação de prazo ora postulada pela ilustre autoridade policial federal para efeito de realização de diligências investigatórias ainda pendentes (ou que se façam eventualmente necessárias) quanto ao inquérito policial em referência, considerada a iminência do encerramento do prazo anteriormente deferido”, anotou o ministro.

‘Brasil vai surpreender o mundo’, diz Guedes

‘Brasil vai surpreender o mundo’, diz Guedes

O presidente da República, Jair Bolsonaro, convidou o ministro da Economia, Paulo Guedes, nesta quinta-feira (25), para participar da sua tradicional live no Facebook.

Ao longo do bate-papo, os avanços na pauta econômica em meio à pandemia de coronavírus foram predominantes.

Guedes disse a Bolsonaro que o “Brasil vai surpreender o mundo”:

“A economia é um organismo vivo. O que a gente aprende na teoria econômica é que há momentos em que há uma ruptura em todos os parâmetros.” 

O ministro disse que a estimada queda do Produto Interno Bruto (PIB) pode não se concretizar:

“Os modelos param de funcionar. Quando você tem um choque como esse, eu não acredito nessas previsões que são feitas.”

Belém e Manaus serão as primeiras capitais a superar a Covid-19, aponta estudo

Belém e Manaus serão as primeiras capitais a superar a Covid-19, aponta estudo

Boletim ODS Atlas Amazonas. (Arte:Divulgação/Ufam)

Aplicando-se o modelo logístico para a curva de óbitos, nas 6 capitais da bacia amazônica, observou-se que em relação à data estimada para o alcance de 97% dos registros estimados, Manaus e Belém estariam em mesma posição, ou seja, a 6 dias de alcançar esse registro. Isso as coloca em situação de serem as primeiras, dentre as 6 capitais, a avançarem para uma próxima fase da pandemia. As demais capitais estariam ainda em fases mais iniciais da pandemia, sendo o caso mais acentuado o de Porto Velho (Figura 1).

O modelo também prevê o número total de óbitos esperados e que corresponde à assíntota (limite) da curva. Nota-se que esses valores, como esperado, são proporcionais à variação de população total entre as capitais analisadas. 

Manaus e Belém que são municípios com mais de 1,4 milhões de habitantes atingiriam valores acima de 1,5 mil óbitos, sendo que Belém poderá alcançar a maior taxa de mortalidade estimada de 116 óbitos por 100 mil habitantes, seguida de Porto Velho com uma taxa de 99 óbitos por 100 mil habitantes. As menores taxas esperadas são as de Boa Vista e Macapá, com taxas em torno de 48 óbitos por 100 mil habitantes.

Boletim ODS Atlas Amazonas. (Arte:Divulgação/Ufam)

Observa-se que apesar de estarem em fases semelhantes, Belém já apresenta um maior número de óbitos do que Manaus (dados de 12 de junho) (Figura 2) tendo ambas apresentado números bem superiores aos das demais capitais. Nota-se ainda, a menor inclinação da curva dessas capitais, indicando a baixa velocidade de óbitos registrada nos últimos dias nessas duas maiores metrópoles regionais.

Se o modelo logístico estiver corretamente ajustado para a curva de cada um dos municípios examinados, as projeções feitas até o marco de 97% dos óbitos previstos indicam que Boa Vista, Macapá, Rio Branco e Porto Velho serão as últimas capitais localizadas na bacia amazônica a controlarem a pandemia, nessa ordem.

As razões para isso podem estar ligadas a vários fatores. Um deles pode ser a diferença na data de início da transmissão comunitária nessas capitais. A aceleração da transmissão começou primeiro em Manaus; 4 dias após, em Belém e Rio Branco, depois em Macapá após 6 dias e, finalmente, em Porto Velho, em 8 dias após o início em Manaus. Porém, essas pequenas diferenças em dias não seriam suficientes para explicar o fato de em Porto Velho a curva de óbitos ainda não ter atingido sequer o ponto de inflexão, previsto para 18 de junho.

Coronavírus na Região Norte

Outro importante componente que pode determinar essas diferenças são as respostas das populações em termos de isolamento social (Figura 3). Até a terceira semana de março as cidades mostram o mesmo padrão, com maiores picos na penúltima semana daquele mês, lideradas por Rio Branco e Porto Velho. Após isso, as capitais passaram a mostrar diferentes comportamentos.

Em maio, Boa Vista, sempre com o menor índice, teve o mesmo padrão de variações que Porto Velho e Rio Branco. Esta última capital sempre com maiores índices de isolamento, mesmo em períodos anteriores ao da pandemia, dentre as capitais mais ocidentais. Manaus despontou ao apresentar a maior extensão de altos índices de isolamento em relação às demais capitas ao longo das três primeiras semanas do mês de abril.

A partir daí e durante o mês de maio foi Belém que liderou esse ranking. Esses dois longos períodos de isolamento podem ter feito com que essas capitais tenham conseguido avançar para as fases tardias da pandemia antes que as demais capitais, e Manaus antes que Belém.

Boletim ODS Atlas Amazonas. (Arte:Divulgação/Ufam)

Em Macapá, o pico de maior isolamento ocorrido em maio, foi bastante efêmero e seguido de um declínio acentuado. Porém, há quedas acentuadas no isolamento social a partir da segunda quinzena de maio, sendo a mais drástica em Belém chegando a registrar o pior desempenho do grupo nestas primeiras semanas de junho.

Porto Velho tem o segundo pior desempenho no grupo, muito provavelmente devido ao fato de a municipalidade em seu Decreto n. 16.629/2020 ter determinado o retorno de diversas atividades dentro do período de 23 de abril a 04 de maio. A considerável melhora no mês corrente, decorre do decretodo governo estadual que pela primeira vez adotou medidas mais rigorosas de isolamento social naquela capital. Apesar de ter tido uma resposta precoce, Porto Velho talvez tenha sido igualmente precoce em determinar a reabertura ainda no mês de abril, o que determinou que a curva de casos e óbitos siga acelerado e muito distante da fase final.

Não por acaso, é a única capital da região que já teve que reverter suas medidas de reabertura das atividades não essenciais. Belém tornou mais rigorosas as medidas de isolamento com o decreto municipal de “lockdown” No. 96.253 que vigorou entre 7 a 17 de maio. Depois desse período, o isolamento decai a níveis bem inferiores.

Manaus e Belém seguem no mesmo ritmo ao proporem a reabertura escalonada a partir de 01 de junho. Entretanto, observa-se que em nenhuma das capitais, até a data avaliada, os níveis de isolamento social haviam baixado ao ponto de retornarem aos níveis observados antes dos registros dos primeiros casos ou antes das medidas de isolamento social terem entrado em vigor. Em conclusão, pode-se de dizer que por Manaus e Belém terem tido maiores índices de isolamento, por mais tempo e antes das demais cidades estariam mais próximas de avançarem para a fase final da pandemia.

Boletim ODS Atlas Amazonas. (Arte:Divulgação/Ufam)

‘Não vamos deixar a Ditadura da Toga se impor’, diz senador Heinze

‘Não vamos deixar a Ditadura da Toga se impor’, diz senador Heinze

O senador Luis Carlos Heinze (Progressistas-RS) afirmou, no último sábado (20), que o Senado Federal precisa se impor e analisar os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em mensagens no Twitter, ao comentar sobre os inquéritos da Corte — fake news e atos antidemocráticos –, Heinze disse que “em diversas demonstrações” o STF “se mostrou contra a nossa Constituição, agora move ações para investigar parlamentares”.

Heinze acrescentou:

“Nós senadores estamos unidos para defender o estado democrático de direito e o exercício das liberdades de todo e qualquer cidadão. Não vamos deixar a ‘Ditadura da Toga’ se impor contra um governo eleito pelo povo.”

E completou:

“Nunca permitiremos que rasguem a Carta Magna e se sobreponham à verdadeira Democracia. A vontade do povo deve ser respeitada, assim como os três poderes devem se restringir a suas atribuições e, acima de tudo, devem respeito um ao outro.”

Prisão de Queiroz é peça para atacar Bolsonaro, diz Flávio

Prisão de Queiroz é peça para atacar Bolsonaro, diz Flávio

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) comentou, nesta quinta-feira (18), sobre a prisão de seu ex-assessor Fabrício Queiroz, em Atibaia, interior de São Paulo.

Queiroz estava num imóvel de Frederick Wassef, advogado da família do presidente da República, e está sendo levado para o Rio de Janeiro.

Em mensagem no Twitter, Flávio declarou:

“Encaro com tranquilidade os acontecimentos de hoje. A verdade prevalecerá! Mais uma peça foi movimentada no tabuleiro para atacar Bolsonaro.”

E acrescentou:

“Em 16 anos como deputado no Rio nunca houve uma vírgula contra mim. Bastou o Presidente Bolsonaro se eleger para mudar tudo! O jogo é bruto!”

Queiroz é investigado um suposto esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio e por lavagem de dinheiro em transações imobiliárias com valores de compra e venda fraudados.

Fabrício Queiroz é preso no interior de São Paulo

Fabrício Queiroz é preso no interior de São Paulo

Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, foi preso, nesta quinta-feira (18), em Atibaia, interior de São Paulo.

Queiroz estava em um imóvel que pertence a Frederick Wasseff, advogado da família do presidente da República, Jair Bolsonaro.

O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão de Queiroz porque encontrou provas com elementos necessários para uma prisão preventiva.

Conforme consta em relatório do Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão em sua conta de maneira considerada “atípica”.

De acordo¹ com as investigações do MP, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro continuava delinquindo, estava fugindo e interferindo na coleta de provas.

Ainda no Rio de Janeiro, a Polícia Civil também fez buscas no início da manhã em um imóvel que consta na relação de bens do presidente Bolsonaro, em Bento Ribeiro, Zona Norte da capital fluminense.

No Amazonas, 45.624 pessoas estão recuperadas do Covid-19

No Amazonas, 45.624 pessoas estão recuperadas do Covid-19

O Amazonas contabiliza, até a tarde deste domingo (14), 45.624 pacientes curados do Covid-19, de acordo com o boletim divulgado pela Secretaria da Saúde. O número de casos confirmados do novo coronavírus no estado chega a 56.506 pessoas.

Outros 8.390  casos confirmados de Covid-19 estão em isolamento social ou domiciliar.

Entre os casos confirmados de Covid-19 no Amazonas, há 327 pacientes internados, sendo 191 em leitos clínicos (22 na rede privada e 169 na rede pública) e 136 em UTI (36 na rede privada e 100 na rede pública).

Há ainda outros 289 pacientes internados considerados suspeitos e que aguardam a confirmação do diagnóstico. Desses, 258 estão em leitos clínicos (30 na rede privada e 228 na rede pública) e 31 estão em UTI (17 na rede privada e 14 na rede pública).

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