Mourão diz que Brasil e China vão aprofundar laços comerciais

Mourão diz que Brasil e China vão aprofundar laços comerciais

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, durante reunião de coordenação com a delegação brasileira para a V Comissão Sino-brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), em Pequim, China.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse que o Brasil conseguiu passar sua mensagem à Chinasobre a importância do aprofundamento dos laços comerciais entre os dois países.

Mourão disse que os dois países concordaram em reforçar intercâmbios e cooperação em vários campos, promover a facilitação do comércio, otimizar a estrutura comercial e promover o crescimento da alta qualidade do comércio bilateral.

Em entrevista à agência EBC, Mourão declarou:

“A viagem tinha dois objetivos primordiais: o primeiro era passar a mensagem do governo brasileiro ao governo chinês da nossa firme vontade de aprofundar o relacionamento entre os dois países e isso foi obtido de forma muito contundente.”

E acrescentou:

“A outra seria fazer uma nova leitura da Cosban que estava parada e, ao realizar essa reunião com menos de seis meses de governo, nós mostramos ao governo chinês a disposição do governo brasileiro de manter a comissão como um mecanismo de mais alto nível de ligação entre os dois países.”

Durante a sua viagem à China, Mourão retomou as reuniões da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), ao lado do vice-presidente chinês, Wang Qishan, em Pequim.

A comissão, instituída em 2004 e parada desde 2015, é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre o Brasil e a China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países.


Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

Trump diz que não vai deixar China se tornar maior economia do mundo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19), em entrevista à rede de TV Fox News, que a China pretende se tornar a maior economia do mundo, mas que isso não vai acontecer enquanto ele estiver no poder.

Os EUA e a China estão em uma escalada de protecionismo econômico. Os americanos elevaram tarifas de importação de 5.000 produtos chineses, e Pequim retaliou com uma taxa em cerca de 2.500 itens americanos.

Para Trump, essa é parte de uma estratégia da China para se tornar a maior economia do mundo.

“Acredito que essa seja a intenção deles. Eles são ótimas pessoas, têm uma cultura incrível. Eu gosto muito do presidente Xi [Jinping], mas ele está do lado da China e eu estou do nosso lado”, afirmou em ao apresentador Steve Hilton, na Fox News.

A entrevista foi gravada na semana passada na Casa Branca, mas exibida no domingo (19).

Trump acusou seus antecessores de serem fracos demais com a China. “Com eles, nunca tiramos 10 centavos da China. Não culpo os chineses, mas todos os nossos presidentes, e não só Obama. Eles deixaram isso acontecer”, disse o presidente norte-americano.

“Estou muito feliz, pois a China não está tão bem quanto nós [na economia]. Se Hillary Clinton tivesse virado presidente, a China hoje seria uma economia maior do que a nossa.” – Donald Trump

O presidente disse, ainda, que muitas empresas estão saindo da China e se mudando para outros países asiáticos, como o Vietnã, por causa das tarifas impostas pelos Estados Unidos.

“É a maior realocação da atualidade. E você vai ver muitas empresas americanas fazendo mais produtos nos Estados Unidos. Podem até comprar da China, mas tiraremos deles com tarifas. Isso não é tão ruim. Mas vou tirar deles e dar para os nossos agricultores.”

Ele acrescentou que nenhum acordo com a China chegará a “50%” para cada um. “Tínhamos um acordo muito forte, tínhamos um bom acordo, mas eles mudaram [o acordo]. Então eu disse, OK, vamos tarifar os produtos deles”, contou.

G1

Vice-presidente Mourão quer fortalecer cooperação com a China

Vice-presidente Mourão quer fortalecer cooperação com a China

O vice presidente da Republica, Hamilton Mourão,dá entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, em Brasília.

Em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, falou sobre temas como relações internacionais, reforma da Previdência e desenvolvimento da economia. O vice-presidente destacou que o Brasil pode fortalecer o comércio internacional a partir da disputa entre China e Estados Unidos. Mourão embarca nesta semana para o país asiático, onde participa da quinta edição da reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), no dia 23 de maio, em Pequim. Ele também será recebido pelo presidente chinês Xi Jinping.

“O Brasil tem que saber aproveitar o melhor nesse momento. Tem que se posicionar. Temos ligação com os Estados Unidos da origem da nossa independência [em 1822]. Os Estados Unidos foram os primeiros a nos reconhecer, sempre foram o campeão da democracia e defensor da liberdade. E o nosso governo, o governo do presidente Bolsonaro, tem um foco e uma colocação muito clara em relação a essas políticas que a democracia americana representa. Por outro lado, temos que ter o pragmatismo suficiente para entender a importância da China para o desenvolvimento econômico do Brasil.”

Durante a entrevista, o vice-presidente lembrou que a China passa por dificuldade no âmbito da segurança alimentar por causa da peste suína africana, vírus que tem dizimado o rebanho de porcos no território chinês. Como consequência, destacou o vice-presidente, o gigante asiático precisa importar proteína animal para alimentar uma população de 1,4 bilhão de pessoas. “O Brasil tem capacidade extraordinária de produção de alimentos. Então essa estratégia é que nós temos que traçar em ter essa aproximação com o mercado chinês.”

Cosban

Instituída em 2004, a Cosban é o principal mecanismo de coordenação da relação bilateral entre Brasil e China e é comandada pelos vice-presidentes dos dois países. Segundo Mourão, a ideia é resgatar e reorganizar a Cosban para fortalecer a cooperação econômica. O vice-presidente informou que a reunião também vai servir como preparativo para a viagem do presidente Jair Bolsonaro à China no segundo semestre, provavelmente em outubro.

“Vamos procurar dar uma mensagem política ao governo chinês e, ao mesmo tempo, nosso posicionamento em relação à iniciativa Belt and Road (Cinturão e Rota), uma nova plataforma que o governo chinês, ao longo dos últimos cinco anos, vem buscando colocar no comércio mundial”, afirmou.

A iniciativa “Um Cinturão, uma Rota” (One Belt, One Road), também chamada de A Nova Rota da Seda, foi lançada em 2013 pelo presidente chinês Xi Jinping e visa promover acordos de cooperação para desenvolver projetos de infraestrutura, comércio e cooperação econômica na comunidade internacional.

Segundo Mourão, o Brasil, além de querer diversificar a exportação de produtos de maior valor agregado, pretende atrair investimentos de qualidade em projetos de infraestrutura para portos, ferrovias, rodovias e em energia renovável, como eólica e fotovoltaica.

No encontro com Xi Jinping, Mourão vai entregar uma carta do presidente Jair Bolsonaro ao presidente chinês. “No segundo semestre, o presidente estará na China e acreditamos que, no primeiro semestre do ano que vem, o presidente chinês venha ao Brasil.”

A China é, desde 2009, o principal parceiro comercial e uma das principais fontes de investimento externo no Brasil. As exportações do Brasil para o gigante asiático em 2018 superaram US$ 64 bilhões e as importações, US$ 34 bilhões. Com esse resultado, a corrente de comércio bilateral chegou a US$ 98,9 bilhões.

Os principais produtos brasileiros exportados são soja triturada, óleos brutos de petróleo, minérios de ferro e seus concentrados, celulose e carne bovina. No ano passado, os destaques na importação foram plataformas de perfuração ou de exploração, dragas, produtos manufaturados, como circuitos impressos e outras partes de aparelhos de telefonia.

Reforma da Previdência

Na entrevista, Mourão também comentou sobre a proposta da reforma da Previdência que está sendo analisada em uma comissão especial na Câmara dos Deputados. Segundo ele, o modelo de sistema previdenciário estabelecido na Constituição de 1988 se esgotou. “Ele se esgotou porque estamos vivendo mais e nosso orçamento não comporta essa quantidade de recursos que estamos despendendo hoje.”

E acrescentou: “Da forma como está colocado o sistema previdenciário hoje é uma pirâmide financeira. Quem chega primeiro recebe e os últimos não vão receber.”

Agência Brasil

China reage a Trump e aumenta tarifas sobre produtos dos EUA

China reage a Trump e aumenta tarifas sobre produtos dos EUA

Em resposta à mais recente taxação sobre produtos chineses anunciada pelos Estados Unidos (EUA), a  China afirmou ontem (13) que vai aumentar de 5% para 25% as tarifas sobre mais de 5 mil produtos americanos com valor equivalente a 60 bilhões de dólares e que vão de baterias a espinafre e café.

A medida, que deve entrar em vigor em 1º de junho, agrava a guerra comercial entre os dois países. Uma tarifa adicional de 25% será imposta sobre mais de 2.400 produtos, incluindo gás natural liquefeito, e outra de 20% sobre cerca de mil produtos, afirmou o Ministério das Finanças chinês.

“O ajuste feito pela China em tarifas adicionais é um a resposta ao unilateralismo e protecionismo dos EUA. A China espera que os EUA voltem para o caminho correto do comércio bilateral”, disse o ministério.

O porta-voz do Ministério do Exterior chinês, Geng Shuang, afirmou que “a China jamais se renderá a pressão externa”.

Na última sexta-feira, o presidente americano, Donald Trump, elevou para 25% as taxas alfandegárias sobre o equivalente a 200 bilhões de dólares de bens importados da China, atingindo mais de 5 mil itens. Trump argumentou que Pequim recuou em relação a compromissos alcançados em meses de negociações.

O presidente americano alertou via Twitter seu homólogo chinês, Xi Jinping, de que a China “será fortemente ferida” se não aceitar um novo acordo comercial. Pequim tinha “um grande acordo, quase completo e recuou”, escreveu.  “A China não deveria retaliar ou só ficará pior.”

O presidente insistiu que as tarifas impostas pelos EUA a milhares de produtos chineses não prejudicam os consumidores americanos. O assessor econômico da Casa Branca Larry Kudlow contradisse o presidente ao afirmar que tanto consumidores quanto empresas dos EUA arcam com as tarifas. “Ambos os lados vão pagar”, disse à emissora Fox News.

Na última sexta-feira, o governo chinês já havia prometido adotar “contramedidas necessárias” em resposta à escalada do conflito comercial provocada por Trump. O cenário de incerteza provocou queda em ações mundo afora nesta segunda.

As novas tarifas devem prejudicar exportadores de ambos os países, assim como empresas europeias e asiáticas que comercializam produtos entre os EUA e a China ou fornecem componente e matérias-primas para que os bens sejam fabricados.

Agência Brasil

Xiaomi dá novos indícios de que prepara volta oficial ao Brasil

Xiaomi dá novos indícios de que prepara volta oficial ao Brasil

Seguindo os passos de sua compatriota Huawei, que após 4 anos fora do Brasil decidiu voltar a vender seus aparelhos top de linha aqui no país, a Xiaomi pode estar ensaiando um retorno às terras tupiniquins. Há um mês, a empresa já tinha reativado sua conta brasileira oficial no Twitter e agora tem publicado mensagens na rede social que dão a entender que podem voltar com tudo no mercado brasileiro.

Os mais recentes tweets da marca mostram alguns produtos, como Mi Robot Vacuum, o aspirador de pó inteligente da Xiaomi, e o Mi Laser Projector, um projetor de imagens de até 150 polegadas. Tudo isso no bom e velho português e promovendo hashtags como #XiaomiBrasil e #ecossistemaMi. Isso dá a entender que a marca tem intenção de trazer mais coisas novas para o Brasil, incluindo uma série de dispositivos que conversem por meio da Internet das Coisas.

Uma dessas postagens no Twitter deixou a ideia ainda mais clara: o perfil pediu para que seus seguidores contassem quais produtos do ecossistema Mi gostariam que fossem trazidos para o Brasil. Outra publicação replicou uma suposta pergunta de um seguidor: “Se voltarem, poderemos contar com lojas físicas Xiaomi?”. A resposta foi bem vaga, mas só o fato dela ter sido publicada já deixa a gente cheio de esperança.

Não há nenhum tipo de confirmação oficial sobre o retorno de fato da marca para o Brasil, nem que poderemos ter lojas físicas da Xiaomi no país, mas toda essa movimentação certamente nos deixa em estado de alerta.

Tecmundo

Advogados da China obrigados a apoiar o Partido Comunista

Advogados da China obrigados a apoiar o Partido Comunista

Ministério da Justiça da China notificou todas as suas dependências provinciais sobre como avaliar o profissionalismo de um advogado.

De acordo com o aviso publicado em 27 de março, o primeiro critério é que um advogado “deve apoiar os líderes do PCC, defender o Estado de Direito sob o socialismo, respeitar a Constituição e as leis, e aderir à ética e disciplina profissional dos advogados”.

Em segundo lugar, todos os advogados “não devem ter sido submetidos a medidas disciplinares, sanções administrativas, sanções setoriais ou sanções de crédito durante os últimos cinco anos da profissão”.

Isso representa uma escalada dos esforços do Partido em consolidar seu controle sobre os advogados, tendo anteriormente exigido que eles apoiassem a Constituição chinesa.

As regulamentações mais recentes também podem colocar em risco muitos registros de advogados de direitos humanos, já que eles são frequentemente presos por causa de seu trabalho, informa a Epoch Times.


Pisando fundo: Xiaomi agora entra no mercado de carros com SUV

Pisando fundo: Xiaomi agora entra no mercado de carros com SUV

A Xiaomi é conhecida por ser uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo e também famosa por produzir diferentes tipos de dispositivos, desde fones de ouvido até capacetes para ciclistas. Nesta semana, a companhia anunciou que vai aumentar ainda mais seu leque de produtos e lançará em breve seu primeiro carro.

A empresa fez uma parceria com a fabricante de automóveis Bestune, uma divisão da montadora chinesa FAW, e lançará sua própria versão do SUV T77. Segundo as informações vindas do AndroidPit, o carro chegará ao mercado com a submarca Redmi, ou seja, possivelmente o veículo terá grande foco no custo-benefício. 

Imagem: Bestune/FAW Group

Apesar dos detalhes sobre o produto ainda serem escassos, o veículo deve chegar com aprimoramentos especiais para uso com produtos da Xiaomi, incluindo suporte para a interface MIUI e a presença da inteligência artificial Xiao AI.

Em relação ao preço, o Bestune T77 é vendido na China em seis versões, por preços a partir de US$ 13 mil, cerca de R$ 50 mil em conversão direta. Levando em conta que a fabricante de smartphones apenas fará modificações no carro, possivelmente o valor não deve ser alterado. O lançamento do veículo fora do país asiático é improvável.

A versão original da SUV tem uma assistente holográfica. Será que a Xiaomi vai manter a característica? Imagem: Yahoo News

De acordo com o Gizmochina, o Bestune T77 foi apresentado pela primeira vez como conceito no Beijing Auto Show em abril do ano passado. O veículo, que não é elétrico, traz motor de 143 cavalos e torque máximo de 204 Nm. O carro chamou a atenção da mídia por trazer uma assistente digital holográfica com traços de personagem de anime.

Além de ajudar a Xiaomi a colocar sua bandeira em mais um setor do mercado, a parceria inusitada com a fabricante de carros ajuda a companhia chinesa a chamar mais atenção para a subsidiária Redmi, que foi declarada como “independente” no começo do ano, após fazer grande sucesso como linha de smartphones.

China anuncia nova rodada de negociações comerciais com os EUA

China anuncia nova rodada de negociações comerciais com os EUA

Delegação dos Estados Unidos visitarão a China em 28 e 29 de março. Em troca, vice-primeiro-ministro Liu He viajará a Washington no início de abril.

Presidente da China, Xi Jinping, e presidente dos EUA, Donald Trump, se cumprimentam em imagem de novembro de 2017. — Foto: Damir Sagolj/Reuters

Uma delegação dos Estados Unidos chefiada pelo representante de Comércio, Robert Lighthizer, e pelo secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, visitarão a China em 28 e 29 de março para a próxima rodada de negociações, afirmou nesta quinta-feira (21) o Ministério do Comércio da China.

Em troca, o vice-primeiro-ministro Liu He viajará a Washington no início de abril para mais discussões, conforme as duas maiores economias do mundo tentar fechar um acordo comercial para acabar com meses de disputas.

As discussões serão as primeiras desde que o presidente norte-americano, Donald Trump, adiou o prazo de 1 de março para evitar o aumento de tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas dos atuais 10% para 25%.

Trump alertou na quarta-feira que os EUA podem manter as tarifas sobre bens chineses por um “período substancial” para garantir que Pequim cumpra qualquer acordo comercial, ampliando as incertezas sobre as negociações.

Washington e Pequim estão lutando pela forma final de um acordo que ambos os lados disseram que gostariam de alcançar, com autoridades americanas exigindo mudanças profundas na política industrial chinesa.

Mas as autoridades americanas têm insistido que qualquer acordo deve ter força – incluindo a possibilidade de impor tarifas unilateralmente, caso a China comece a se desviar de quaisquer compromissos para acabar com práticas comerciais injustas.

G1

‘Acredito que haja esperança’, diz vice-ministro do comércio da China sobre acordo com EUA

‘Acredito que haja esperança’, diz vice-ministro do comércio da China sobre acordo com EUA


Vice-ministro do comércio da China, Wang Shouwen, durante um congresso em Pequim — Foto: Fred Dufour/AFP

A China mantém a esperança de que chegará a um entendimento comercial com os Estados Unidos, disse o vice-ministro chinês do Comércio, Wang Shouwen neste sábado (9). A declaração acontece depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que aceitará apenas um “grande acordo”.

“Acredito que haja esperança”, declarou Wang Shouwen a jornalistas, em paralelo à sessão anual da Assembleia Popular Nacional da China (ANP, o Parlamento chinês).

Para ilustrar a vontade de ambas as partes para alcançar um acordo, Wang citou como exemplo o cardápio sino-americano servido às delegações dos dois países em sua última sessão de negociações de alto nível no mês passado em Washington.

O negociador chinês Liu He “comeu um hambúrguer, enquanto (o representante dos Estados Unidos para o Comércio, USTR) Robert Lighthizer comeu frango com berinjelas e arroz”, afirmou Wang.

“Durante todo processo de negociações, serviu-se chá e café, mas os dois beberam água”, afirmou. “Foi para encontrar um terreno comum”.

Na sexta-feira, Donald Trump advertiu, porém, que o diálogo poderá ser interrompido, caso não se resolvam os pontos mais polêmicos.


“Tenho confiança (…) Se não for um grande acordo, não fecharei um acordo”, disse Trump, em uma mudança radical de tom, após o otimismo das últimas semanas.

G1